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China tira mais um 'trunfo' aos EUA criando catapultas eletromagnéticas para porta-aviões

A China desenvolveu sua própria catapulta eletromagnética para os porta-aviões, sendo que anteriormente os EUA eram o único país que usava esse tipo de equipamento. Fazendo isso, o país asiático tem como objetivo melhorar a capacidade de combate dos seus grupos aeronavais.
Sputnik

Engenheiros chineses testaram o protótipo da catapulta eletromagnética de fabricação nacional com aviões de combate J-15, afirmou o contra-almirante chinês Yin Zhuo à edição China Daily. O alto responsável militar especificou que os aviões efetuaram "milhares de decolagens" usando a catapulta.


As catapultas dos porta-aviões são utilizadas para dar um impulso extra à aeronave (o que não é necessário se a aeronave decola do chão), devido à pequena pista de aterrissagem dos porta-aviões. Anteriormente, esse impulso era produzido por vapor.

O dispositivo eletromagnético usa um cabo de aço que liga o avião à catapulta e o faz decolar. De acordo com a mídia, o uso da catapulta foi conseguido devido ao sucess…

The Economist cita 5 pontos fracos do exército dos EUA

Os EUA precisarão aderir novamente à corrida armamentista para não abrir mão de sua superioridade frente a outros países, escreve o periódico inglês The Economist.


Sputnik

A publicação destaca que a velha regra geopolítica de "não se meter com os Estados Unidos" deixou de ter o mesmo peso de antigamente. E apesar de o exército dos EUA continuar sendo o mais bem equipado do mundo, suas vantagens tecnológicas podem ser facilmente invalidadas.


Exército dos EUA
© AP Photo/ Mindaugas Kulbis

"Estamos entrando numa era em que a supremacia norte-americana nos mares, céus e no espaço, isso sem falar no espaço cibernético, não pode mais ser considerada como um fato" – reconheceu no ano passado o chefe do Pentágono Chuck Hagel.

Nas suas palavras, os EUA devem desenvolver com urgência tecnologias militares de nova geração, antes que um outro país possa fazer frente a eles nesse sentido.

Apesar de as tecnologias norte-americanas terem se modernizado, as mesmas também tornaram-se mais disponíveis para outros países. Além disso, nos últimos anos, os EUA pararam de desenvolver soluções novas, concentrando seus esforços principalmente em tecnologias de blindados e aparelhos não tripulados.

O artigo destaca que nesse meio tempo, a China conseguiu criar seus próprios mísseis, submarinos, armas anti-satélite, caças, sistemas de defesa aérea, entre outros. E Rússia também está modernizando suas forças armadas, sendo hoje capaz de fazer frente aos sistemas norte-americanos.

Assim, de acordo com a publicação, o exército dos EUA possui atualmente 5 pontos fracos:

1. Os navios da Marinha norte-americana tornaram-se vulneráveis a mísseis inimigos lançados de terra.

2. Está cada vez mais difícil para os EUA protegerem suas bases aéreas regionais de ataques surpresa.

3. A aviação norte-americana tem dificuldades para detectar estações móveis de mísseis.

4. Os modernos sistemas de defesa aérea podem derrubar um avião norte-americano a partir de grandes distâncias.

5. Os satélites de espionagem tornaram-se vulneráveis a ataques.

Na opinião do The Economist, os EUA precisam dar um novo salto em tecnologias militares. Estas, no entanto, devem se revelar extremamente custosas para seus rivais. Apesar disso, mesmo se o Pentágono receber financiamento para novos desenvolvimentos e conseguir implantá-los, os mesmos não serão suficientes para garantir a supremacia militar de Washington. As tecnologias estão se difundindo com uma rapidez crescente, e a Internet – cria do próprio Pentágono – é em grande parte responsável por isso, conclui o artigo.


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