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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

The Economist cita 5 pontos fracos do exército dos EUA

Os EUA precisarão aderir novamente à corrida armamentista para não abrir mão de sua superioridade frente a outros países, escreve o periódico inglês The Economist.


Sputnik

A publicação destaca que a velha regra geopolítica de "não se meter com os Estados Unidos" deixou de ter o mesmo peso de antigamente. E apesar de o exército dos EUA continuar sendo o mais bem equipado do mundo, suas vantagens tecnológicas podem ser facilmente invalidadas.


Exército dos EUA
© AP Photo/ Mindaugas Kulbis

"Estamos entrando numa era em que a supremacia norte-americana nos mares, céus e no espaço, isso sem falar no espaço cibernético, não pode mais ser considerada como um fato" – reconheceu no ano passado o chefe do Pentágono Chuck Hagel.

Nas suas palavras, os EUA devem desenvolver com urgência tecnologias militares de nova geração, antes que um outro país possa fazer frente a eles nesse sentido.

Apesar de as tecnologias norte-americanas terem se modernizado, as mesmas também tornaram-se mais disponíveis para outros países. Além disso, nos últimos anos, os EUA pararam de desenvolver soluções novas, concentrando seus esforços principalmente em tecnologias de blindados e aparelhos não tripulados.

O artigo destaca que nesse meio tempo, a China conseguiu criar seus próprios mísseis, submarinos, armas anti-satélite, caças, sistemas de defesa aérea, entre outros. E Rússia também está modernizando suas forças armadas, sendo hoje capaz de fazer frente aos sistemas norte-americanos.

Assim, de acordo com a publicação, o exército dos EUA possui atualmente 5 pontos fracos:

1. Os navios da Marinha norte-americana tornaram-se vulneráveis a mísseis inimigos lançados de terra.

2. Está cada vez mais difícil para os EUA protegerem suas bases aéreas regionais de ataques surpresa.

3. A aviação norte-americana tem dificuldades para detectar estações móveis de mísseis.

4. Os modernos sistemas de defesa aérea podem derrubar um avião norte-americano a partir de grandes distâncias.

5. Os satélites de espionagem tornaram-se vulneráveis a ataques.

Na opinião do The Economist, os EUA precisam dar um novo salto em tecnologias militares. Estas, no entanto, devem se revelar extremamente custosas para seus rivais. Apesar disso, mesmo se o Pentágono receber financiamento para novos desenvolvimentos e conseguir implantá-los, os mesmos não serão suficientes para garantir a supremacia militar de Washington. As tecnologias estão se difundindo com uma rapidez crescente, e a Internet – cria do próprio Pentágono – é em grande parte responsável por isso, conclui o artigo.


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