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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Veículos militares misteriosos avistados na fronteira húngaro-ucraniana

O site de notícias húngaro Karpathir.com publicou várias fotos nesta terça-feira (9) de um suposto comboio da OTAN concentrado na fronteira entre a Hungria e a Ucrânia.


Sputnik

Os veículos alinhados na cidade fronteiriça húngara de Zahony na terça-feira à tarde incluíam Hummers e variantes polivalentes dos caminhões de logística com oito rodas HEMTT do exército americano. Alguns deles tinham lonas sobre a sua carga. 


Veículos militares na fronteira húngaro-ucraniana
© Foto: karpathir.com

A polícia fronteiriça recusou comentar o assunto dos veículos e o site Karpathir.com não conseguiu determinar o objetivo e direção do comboio.

Zahony está localizada no nordeste da Hungria e tem ligações rodoviárias e ferroviárias com a cidade fronteiriça de Chop, no oeste da Ucrânia.

Lembramos que as hostilidades no leste da Ucrânia se intensificaram nos últimos dias. Segundo relatam os representantes da República Popular de Donetsk, as Forças Armadas da Ucrânia continuam concentrando armamentos proibidos pelos Acordos de Minsk ao longo da linha de frente.


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