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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Vice-ministro da Defesa da Rússia: OTAN está empurrando Moscou para corrida armamentista

Os países da OTAN estão provocando a Rússia para uma nova corrida armamentista, segundo disse hoje (16) à Sputnik o vice-ministro da Defesa russo Anatoly Antonov.


Sputnik

Mais cedo nesta terça-feira, a secretário da Força Aérea dos EUA, Deborah Lee James, disse em Paris que os EUA poderiam aumentar ainda mais o número de suas forças de rotação na Europa em meio a uma suposta “ameaça” representada pela Rússia. Na mesma declaração, ela admitiu que, com tais “razões” em mente, Washington considera inclusive a possibilidade de implantar caças furtivos F-22 Raptor na Europa.




Para Antonov, entrevistado nos arredores de Moscou às margens do fórum militar internacional Army-2015, os comentários de Lee James precisam ser vistos “junto com outras declarações deste tipo que têm sido feitas muitas vezes nos últimos tempos”.

O vice-ministro lembrou particularmente que, há apenas dois dias, houve anúncios “pouco claros” a respeito de mísseis nucleares dos EUA e da possibilidade de o Pentágono implantar armas pesadas em alguns países da Europa Oriental, bem como nos países bálticos.

“Há uma sensação de que os nossos colegas dos países da OTAN estão nos empurrando para uma corrida armamentista", concluiu Antonov.



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