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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

China, Índia e Iraque: maiores importadores de armas da estatal russa Rostec

Índia, China e Iraque foram responsáveis pela maior parte das encomendas de armas e equipamentos militares da estatal russa Rostec em 2014, de acordo com o relatório anual da empresa publicado nesta quarta-feira (22).


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"As encomendas de equipamentos militares foram enviadas para 59 países. Os principais importadores da empresa foram a Índia (25%), a China (22%), o Iraque (22%), a Síria (5%) e a Venezuela (5%). Geograficamente, as maiores exportações de equipamento militar foram para a Ásia (75%), a América Latina (9%) e o Oriente Médio (7%)", afirma o documento.





O relatório anual da Rostec também mostra que as exportações militares para as ex-repúblicas soviéticas caíram drasticamente em 2014, para 370 milhões de dólares. Em 2013, as transações comerciais do setor chegaram a 1,5 bilhão de dólares.

No total, entretanto, a empresa cumpriu 9.400 contratos no ano passado – um aumento de 54% em comparação com 2013.

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