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Como funcionam os mísseis de micro-ondas que os EUA podem usar em caso de ataque da Coreia do Norte

Nos arredores da cidade de Albuquerque, no Estado do Novo México, uma equipe de especialistas da Força Aérea americana desenvolve uma arma pouco tradicional, mas que poderia ter um objetivo estratégico: deter os mísseis nucleares da Coreia do Norte.
Lioman Lima | BBC Mundo

Não é um armamento qualquer. Trata-se de um tipo de arma eletromagnética que não é nociva para o ser humano e cuja base de funcionamento é a mesma tecnologia de um forno micro-ondas.


E, segundo diversos especialistas em assuntos militares consultados pela BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, poderia ser uma alternativa para desativar as armas nucleares de Pyongyang de forma efetiva, sem gerar grandes prejuízos.

O "Projeto de mísseis avançados de micro-ondas de alta potência de interferência eletrônica" (Champ, na sigla em inglês) prepara, em essência, projéteis que emitem ondas de altíssima frequência, capazes de fritar sistemas eletrônicos.

"Tendo em conta o estado da tecnologia no mundo moderno, em q…

China nega plano de construir base militar nas Maldivas

O governo chinês não está planejando construir bases militares nas Maldivas, que aprovaram legislação na última semana permitindo a posse de terra a estrangeiros. A oposição se preocupava com a possibilidade de Pequim utilizar terrenos para sua expansão militar.


Sputnik

A nova legislação permite que estrangeiros possuam terrenos na ilha do Oceano Índico desde que 70% da área seja consequência de aterramento.


The sun sets over vacation cottages in the Maldives.
© AP Photo/ Kelly Shannon

O Partido Democrático das Maldivas, que fez oposição à reforma legislativa, afirmou que a lei daria "acesso sem precedentes a grupos estrangeiros para estabelecer operações nas Maldivas." Um integrante do partido acusou o governo de facilitar uma presença chinesa mais forte no Oceano Índico.

O Ministério de Relações Exteriores da China, em declaração enviada à agência Reuters, afirmou que a votação era um problema interno das Maldivas e que a China buscava boas relações com o país conhecido por hotéis de luxo e locais para mergulho.

A China "sempre respeitou e apoiou as Maldivas", disse o Ministério. "O que pessoas relevantes disseram sobre a China construir bases nas Maldivas é completamente sem fundamento."

Analistas apontam que a ansiedade em torno das intenções militares da China ganharam força com a construção de uma rede de portos no Oceano Índico. Há quem tema que o plano de Pequim seja estabelecer postos de escuta eletrônica na região, incluindo Myanmar, Bangladesh, Paquistão e Sri Lanka.

Na tentativa de acalmar os ânimos, Pequim afirmou várias vezes que não quer instalar bases militares no estrangeiro.


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