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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

Destroier da marinha dos EUA entra no Mar Negro em nome da ‘estabilidade’

O destroier da classe Arleigh Burke USS Porter (DDG 78) deve entrar no Mar Negro em 5 de julho, divulgou o site da Marinha norte-americana.


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O comandante do Porter, Blair Guy, declarou que "o envolvimento de navios da Marinha dos EUA que operam no Mar Negro não só fortalece as relações com os aliados, mas também contribui para a estabilidade na região".


Destroyer da marinha dos EUA Porter
USS Porter © AFP 2015/ STR

O comunicado publicado no site da Marinha norte-americana divulgou:

“A presença de Porter no Mar Negro servirá para reiterar a dedicação e o compromisso dos EUA de fortalecer a parceria e capacidade de cooperação entre os EUA, OTAN e os aliados no Mar Negro.”

O destroyer da mesma classe Arleigh Burke, USS Laboon (DDG 58), entrou o Mar Negro no mês passado para participar dos treinamentos conjuntos da defesa antiaérea com a corveta da marinha da Romênia Admiral Eustatiu Sebastian.

No sábado, 4 de julho, o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, comentou o aumento do contingente da OTAN na Europa e confirmou que a presença militar nas fronteiras orientais da aliança foi reforçada.

“Temos reforçado a presença militar nas fronteiras orientais da aliança. Nós organizamos uma espécie de pequenos estados-maiores nos Estados Bálticos, Bulgária, Polônia e Romênia. Intensificamos as patrulhas aéreas e a presença nos países orientais da aliança em resposta ao comportamento da Rússia.”

Enquanto isso, o Ministério da Defesa russo declarou que as forças armadas da OTAN têm intensificado a sua atividade de treinamento militar perto das fronteiras russas no último ano e meio, com a Rússia vista como o alvo hipotético mais provável. A Rússia já expressou repetidas vezes sua preocupação pelo fortalecimento da presença militar da OTAN perto de suas fronteiras.



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