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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Destroier da marinha dos EUA entra no Mar Negro em nome da ‘estabilidade’

O destroier da classe Arleigh Burke USS Porter (DDG 78) deve entrar no Mar Negro em 5 de julho, divulgou o site da Marinha norte-americana.


Sputnik

O comandante do Porter, Blair Guy, declarou que "o envolvimento de navios da Marinha dos EUA que operam no Mar Negro não só fortalece as relações com os aliados, mas também contribui para a estabilidade na região".


Destroyer da marinha dos EUA Porter
USS Porter © AFP 2015/ STR

O comunicado publicado no site da Marinha norte-americana divulgou:

“A presença de Porter no Mar Negro servirá para reiterar a dedicação e o compromisso dos EUA de fortalecer a parceria e capacidade de cooperação entre os EUA, OTAN e os aliados no Mar Negro.”

O destroyer da mesma classe Arleigh Burke, USS Laboon (DDG 58), entrou o Mar Negro no mês passado para participar dos treinamentos conjuntos da defesa antiaérea com a corveta da marinha da Romênia Admiral Eustatiu Sebastian.

No sábado, 4 de julho, o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, comentou o aumento do contingente da OTAN na Europa e confirmou que a presença militar nas fronteiras orientais da aliança foi reforçada.

“Temos reforçado a presença militar nas fronteiras orientais da aliança. Nós organizamos uma espécie de pequenos estados-maiores nos Estados Bálticos, Bulgária, Polônia e Romênia. Intensificamos as patrulhas aéreas e a presença nos países orientais da aliança em resposta ao comportamento da Rússia.”

Enquanto isso, o Ministério da Defesa russo declarou que as forças armadas da OTAN têm intensificado a sua atividade de treinamento militar perto das fronteiras russas no último ano e meio, com a Rússia vista como o alvo hipotético mais provável. A Rússia já expressou repetidas vezes sua preocupação pelo fortalecimento da presença militar da OTAN perto de suas fronteiras.



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