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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Destroier da marinha dos EUA entra no Mar Negro em nome da ‘estabilidade’

O destroier da classe Arleigh Burke USS Porter (DDG 78) deve entrar no Mar Negro em 5 de julho, divulgou o site da Marinha norte-americana.


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O comandante do Porter, Blair Guy, declarou que "o envolvimento de navios da Marinha dos EUA que operam no Mar Negro não só fortalece as relações com os aliados, mas também contribui para a estabilidade na região".


Destroyer da marinha dos EUA Porter
USS Porter © AFP 2015/ STR

O comunicado publicado no site da Marinha norte-americana divulgou:

“A presença de Porter no Mar Negro servirá para reiterar a dedicação e o compromisso dos EUA de fortalecer a parceria e capacidade de cooperação entre os EUA, OTAN e os aliados no Mar Negro.”

O destroyer da mesma classe Arleigh Burke, USS Laboon (DDG 58), entrou o Mar Negro no mês passado para participar dos treinamentos conjuntos da defesa antiaérea com a corveta da marinha da Romênia Admiral Eustatiu Sebastian.

No sábado, 4 de julho, o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, comentou o aumento do contingente da OTAN na Europa e confirmou que a presença militar nas fronteiras orientais da aliança foi reforçada.

“Temos reforçado a presença militar nas fronteiras orientais da aliança. Nós organizamos uma espécie de pequenos estados-maiores nos Estados Bálticos, Bulgária, Polônia e Romênia. Intensificamos as patrulhas aéreas e a presença nos países orientais da aliança em resposta ao comportamento da Rússia.”

Enquanto isso, o Ministério da Defesa russo declarou que as forças armadas da OTAN têm intensificado a sua atividade de treinamento militar perto das fronteiras russas no último ano e meio, com a Rússia vista como o alvo hipotético mais provável. A Rússia já expressou repetidas vezes sua preocupação pelo fortalecimento da presença militar da OTAN perto de suas fronteiras.



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