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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

Donbass denuncia destruição de colheita por militares ucranianos

O exército ucraniano abre fogo premeditadamente contra os campos de plantio para destruir a colheita, afirmou neste sábado o ministro adjunto de Política Agricultural e Alimentos da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD), Dmitri Konakov.


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Anteriormente, a Rada (Parlamento ucraniano) propôs organizar um bloqueio alimentício a Donbass e proibir o comércio com seus territórios.


Militares ucranianos en Donbás
© AFP 2015/ Anatoli Stepanov

Em 1º de dezembro de 2014, Kiev impôs um bloqueio de transportes e um regime especial de acesso à região de Donbass.

“Os campos semeados são destruídos propositalmente”, disse Konakov, citando ainda um exemplo recente de disparos contra uma máquina combinada que saiu ao campo para fazer a colheita no distrito de Telmanovo, na província de Donetsk.

A missão de monitoramento da OSCE informou, por sua vez, que na última quinta-feira houve 21 impactos de projéteis de calibre de mais de 100 milímetros em várias casas nas localidades de Svobodnoe e Telmanovo.

Kiev iniciou, em abril de 2014, uma operação militar contra Donbass, que não reconheceu a violenta mudança de poder na Ucrânia.

A resolução do conflito, que já deixou mais de 6.500 mortos, vem sendo debatida em diversos formatos, inclusive em encontro do Grupo de Contato (OSCE, Ucrânia e Rússia), que desde setembro aprovou três documentos de regulamentam passos a serem seguidos para a redução dos conflitos como a retirada de armas pesadas da linha de contato.

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, declarou em maio que mais de 1.800 militares ucranianos morreram durante essa operação.

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