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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Embaixador americano na Alemanha é convocado para explicar espionagem

Diplomata foi convidado a comparecer na chancelaria alemã.
WikiLeaks indicou que EUA espionaram vários ministros alemães.


France Presse

O embaixador dos Estados Unidos na Alemanha foi "convidado" nesta quinta-feira (2) a comparecer na chancelaria para dar explicações sobre as revelações do Wikileaks indicando que a inteligência americana espionou vários ministros alemães.

Embaixador John Emerson

John Emerson foi convidado "a uma entrevista" com o ministro da Chancelaria Peter Altmaier, responsável por casos ligados à inteligência, indicou o porta-voz da chancelaria alemã, Steffen Seibert, em um comunicado.

Segundo os documentos revelados pelo Wikileaks e citados na quarta-feira pelo jornal "Süddeutsche Zeitung", a NSA americana não só espionou a chanceler Angela Merkel, como também o fez com os ministros das Finanças, Economia e Agricultura.

Altmaier indicou claramente ao embaixador que "o respeito do direito alemão era indispensável e que as violações comprovadas seriam processadas", indicou Seibert.

Segundo ele, a "indispensável cooperação entre os serviços secretos alemães e americanos é afetada por esses repetidos incidentes". A Alemanha tem reforçado suas defesas contra a espionagem desde o ano passado, acrescentou.

"Esta não é uma convocação oficial", ressaltou, no entanto, o site da revista Der Spiegel, chamando de "prudente" e até mesmo "relutante" a reação alemã a estas novas revelações.

A procuradoria federal de Karlsruhe (sudoeste), que conduziu a investigação sobre a escuta do telefone celular de Angela Merkel, anunciou nesta quinta em um comunicado que examinaria as novas revelações.


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