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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Especialista: nova bomba nuclear ‘atingirá’ os próprios EUA

O especialista militar americano na área da defesa antimíssil Theodore Postol opinou que a modernização da bomba B61-12 pelos Estados Unidos pode levar a Rússia e a China a criar novas armas estratégicas.


Sputnik

Na entrevista à emissora Sputnik, o professor emérito do Instituto de Tecnologia de Massachusetts em ciência, tecnologia e política de segurança nacional Theodore Postol disse:

"A possibilidade do uso militar do armamento é baseado na ideia imaginada e estranha de que os EUA podem lutar e vencer nas guerras atômicas. Este tipo de armas nunca poderá ser usado na realidade contra um Estado que possui armas nucleares porque provocaria uma escalada nuclear incontrolável."


Estados Unidos (EUA) testam armas nucleares em Nevada


Lembramos que a bomba B61-12 sem ogiva foi testada várias vezes por um caça F-15E a partir do polígono de Tonopah em Nevada, no oeste do país. 
Segundo especialistas internacionais, o teste tem a ver com a modernização prevista do arsenal nuclear dos Estados Unidos na Europa. O professor Postol declarou que os passos para modernizar esta bomba incontrolável provavelmente levarão a resultados desagradáveis, com consequências imprevisíveis para os políticos americanos.

"Este é mais um exemplo de que o programa de modernização nuclear dos EUA continua minando a segurança dos EUA e dos aliados."

O especialista militar também advertiu os políticos de que o uso da bomba contra países sem arsenal nuclear também poderá levar a resultados imprevisíveis. Ele está seguro de que a modernização da bomba é "um sinal errado para a Rússia, já irritada com o progresso constante dos EUA na área de capacidades nucleares, e para a China que, apesar de provocações constantes, tenta manter uma posição razoável de dissuasão mínima".

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