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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

EUA não querem cooperação técnico-militar do Vietnã com a Rússia

Peritos militares dos EUA têm mostrado interesse crescente no Vietnã à baía Cam Ranh. Contemplam tanto a sua localização geográfica vantajosa perto das ilhas disputadas no Mar da China Meridional, quanto a sua capacidade de receber navios de grande tamanho, incluindo submarinos e porta-aviões, devido às águas muito profundas da baía.


Sputnik

Os norte-americanos estão muito bem informados sobre as vantagens da baía Cam Ranh, porque durante a agressão no Vietnã eles tinham lá uma base militar sua.

A vista para Hanoi
© AFP 2015/ HOANG DINH Nam

Mas não só os americanos. A Rússia também conhece muito bem a baía desde 1905, quando pela primeira vez foram recebidos os navios do Império Russo.

60 anos depois, americanos vieram em Cam Ranh e estabeleceram ali uma base militar, um porto e aeroporto. E em 1979 a União Soviética e o Vietnã assinaram um acordo sobre o uso de Cam Ranh para estacionamento temporário de navios e aeronaves da Marinha Soviética. O assunto da possibilidade de retorno da Rússia a Cam Ranh foi levantada nas negociações dos primeiros-ministros dos dois países em 2012. E logo depois, em 2014 o Vietnã estabeleceu um procedimento que simplifica a entrada dos navios russos à baía.

Tudo isso provocou uma reação negativa dos Estados Unidos que estão procurando aumentar a sua atividade política e presença militar na região do Mar da China Meridional. Estados Unidos pediram que o Vietnã não preste nenhum serviço aos navios e aeronaves russos na baía para evitar tensões.

Esta posição deixou perplexo o Ministério das Relações Exteriores russo, que reagiu assim: "É muito estranho ouvir tais declarações de representantes de um Estado cujas Forças Armadas são implantadas de base permanente em uma série de países da Ásia-Pacífico, e que continua aumentando o seu nível de atividade militar na região".

O especialista militar vietnamita coronel Le The Mau, contatado pela Sputnik, observou que as pretensões dos EUA sobre Cam Ranh são absolutamente infundadas:

"O Vietnã mantém cooperação técnico-militar com muitos países. Mas em primeiro lugar temos a cooperação com a Rússia… Este é o nosso parceiro mais confiável que fornece para o Vietnã armas e equipamentos mais eficazes, submarinos em particular".

"Sabemos muito bem das vantagens estratégicas de Cam Ranh e vamos continuar a usá-la para reforçar a defesa do país. Portanto, nunca permitiremos que qualquer país utilize Cam Ranh contra um país terceiro. O Vietnã é capaz de monitorar a atividade militar no Mar da China Meridional por sua própria conta", frisou o coronel.

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