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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

EUA perdem base militar perto da Rússia

A partir desta semana, os EUA já não têm base militar no Quirguistão.


Sputnik

Em uma cerimônia solene na segunda-feira, o presidente do Quirguistão, Almazbek Atambaev, fechou o mandato estadunidense no aeroporto de Manas, em Bishkek, capital quirguiz.




A partir de agora, a área outrora ocupada pela base norte-americana pertencerá ao batalhão especial da Guarda Nacional do Quirguistão. O batalhão já tem a bandeira de combate, que o presidente Atambaev entregou.

A decisão é unilateral e partiu do governo quirguiz uns dias depois que o defensor de direitos humanos Azimzhan Askarov fora condecorado, à revelia, com o prêmio do Departamento de Estado dos EUA.

Em 2010, Askarov foi condenado à prisão perpétua por incitação ao ódio racial e homicídio.

O Ministério das Relações Exteriores do Quirguistão tinha prevenido a parte norte-americana da iminência de cisão nas relações bilaterais caso Askarov fosse condecorado, porque isso seria visto como “uma ação premeditada, virada contra o fortalecimento da paz e compreensão interétnica”.

A cisão, no entanto, não é recente. É longa, já que poucos, no país, gostavam de ver a Força Aérea dos EUA pousar e decolar da sua capital. E isso acontecia há cerca de 15 anos, desde 2001, quando as autoridades locais arrendaram uma parte do aeroporto internacional aos EUA.

Então, a base servia para o estacionamento das forças do Pentágono e deslocamento de material bélico e soldados para o Afeganistão, no quadro da operação Liberdade Duradoura (Enduring Freedom).

Em 2008, começou o processo de fechamento da base, já que a guerra no Afeganistão tinha oficialmente terminado.


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