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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

EUA planejam corte de 40 mil soldados para cortar gastos

O Exército dos EUA planeja cortar 40 mil soldados de suas fileiras ao longo dos próximos dois anos, em medida que virtualmente deve afetar todos os postos nacionais e estrangeiros do país, segundo informou o jornal USA Today.


Sputnik

O diário citou um documento ao qual teve acesso, que entraria em vigor esta semana e segundo o qual os cortes estavam sendo feitos para economizar verbas.


Soldados norte-americanos no Afeganistão
© AFP 2015/ Johannes EISELE

Pelo menos 17 mil civis que trabalham para o Exército norte-americano também serão demitidos, segundo disse um funcionário da Defesa à agência de notícias AFP, confirmando a reportagem do jornal.

Sob o novo plano, o Exército dos EUA terá 450 mil soldados no final do ano orçamentário de 2017. Segundo o USA Today, em 2013 os militares norte-americanos argumentaram em documentos orçamentais que se o país ficasse com menos de 450 mil soldados, isso poderia significar a impossibilidade de os EUA vencerem uma guerra.

Em comparação, o Exército chegou a ter 570 mil homens e mulheres durante o pico dos combates no Iraque e no Afeganistão, também de acordo com o jornal.

A publicação relata ainda que cortes orçamentários generalizados do governo começarão a fazer efeito em outubro e que, se o Congresso não evitar a medida, o Exército norte-americano terá que demitir outros 30 mil soldados além dos 40 mil que já estão fadados a aposentar a farda.


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