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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

EUA planejam corte de 40 mil soldados para cortar gastos

O Exército dos EUA planeja cortar 40 mil soldados de suas fileiras ao longo dos próximos dois anos, em medida que virtualmente deve afetar todos os postos nacionais e estrangeiros do país, segundo informou o jornal USA Today.


Sputnik

O diário citou um documento ao qual teve acesso, que entraria em vigor esta semana e segundo o qual os cortes estavam sendo feitos para economizar verbas.


Soldados norte-americanos no Afeganistão
© AFP 2015/ Johannes EISELE

Pelo menos 17 mil civis que trabalham para o Exército norte-americano também serão demitidos, segundo disse um funcionário da Defesa à agência de notícias AFP, confirmando a reportagem do jornal.

Sob o novo plano, o Exército dos EUA terá 450 mil soldados no final do ano orçamentário de 2017. Segundo o USA Today, em 2013 os militares norte-americanos argumentaram em documentos orçamentais que se o país ficasse com menos de 450 mil soldados, isso poderia significar a impossibilidade de os EUA vencerem uma guerra.

Em comparação, o Exército chegou a ter 570 mil homens e mulheres durante o pico dos combates no Iraque e no Afeganistão, também de acordo com o jornal.

A publicação relata ainda que cortes orçamentários generalizados do governo começarão a fazer efeito em outubro e que, se o Congresso não evitar a medida, o Exército norte-americano terá que demitir outros 30 mil soldados além dos 40 mil que já estão fadados a aposentar a farda.


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