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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Força Aérea russa deixará de depender de importações do Ocidente em 2017

O consórcio russo KRET planeja concluir em 2017 o programa de substituição das importações para a aviação diante das sanções impostas por Estados Unidos e União Europeia ao setor por causa da crise ucraniana.


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"O programa para suprir as importações das nações da OTAN e da União Europeia, basicamente para a aviação, está avaliado em 18 bilhões de rublos (cerca de US$ 315 milhões) e vai até o ano 2017", ressaltou o diretor geral da empresa, Nikolay Kolesov.


Caza Su-35 durante espectáculo aéreo en el Día de Fuerzas Aéreas
Sukhoi Su-35 © Sputnik/ Artyom Zhitenev

Uma estratégia similar foi desenvolvida para substituir os componentes ucranianos para a aviação e a guerra eletrônica — esse processo deve terminar em 2016.

Kolesov sustentou que após a implementação desses programas, a Rússia deixará de depender das importações ocidentais. Além disso, assegurou que a indústria nacional conta com uma quantidade suficiente de componente importados para cumprir seus contratos.

Por causa da crise na Ucrânia, principalmente após a reintegração de Crimeia, em março de 2014, EUA e União Europeia aprovaram vários pacotes de sanções contra Moscou que restringem importantes consórcios energéticos e de defesa aos mercados europeus.

A medida proíbe também o fornecimento de peças de uso militar à Rússia, assim como de tecnologias-chave e serviços para explorar recursos energéticos.



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