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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Grexit impedirá política antirrussa da OTAN

Existe uma lista de razões pelas quais a OTAN receia a saída da Grécia da zona do euro, escreve o jornal americano Politico. Além da aproximação da Grécia à Rússia, a OTAN teme que a aliança fique mais pequena.


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A Rússia ganhará se a Grécia sair da eurozona, escreveram jornalistas Robbie Gramer e Rachel Rizzo:

“Vladimir Putin pretende enfraquecer a frente unida europeia não obstante as sanções contra a Rússia. E a Grécia, decepcionada, dará a Putin a oportunidade ideal para penetrar nas fissuras e falhas políticas que estão crescendo devido às discussões sobre a saída do país da zona do euro.”


Símbolo da OTAN
© flickr.com/ Antonio C.

Lembramos que a Rússia começou a aproximação à Grécia ainda antes da crise grega, através da cooperação na área da energia e de projetos conjuntos. Segundo a publicação, tais relações bilaterais violam a "solidariedade transatlântica".

Os norte-americanos seguem dizendo que os laços mais fortes grego-russos minarão as tentativas do Ocidente de agir como frente unida em combate contra Moscou.


Segundo a publicação, se o Grexit acontecer, os gregos não permitirão que a Aliança tome decisões, inclusive sobre a alegada ameaça russa, já que, para tomar passos sérios, a OTAN deve ter a unanimidade de todos os seus 28 membros.

Os autores também escrevem que, com a Grécia fora da eurozona, a crise migratória poderá agravar-se, e também sublinham:

“A crise na Grécia minou a confiança da comunidade transatlântica em si. Isso talvez represente a pior consequência da crise com que a OTAN deve lidar nas próximas décadas.”

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