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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Hackers americanos teriam tentado obter informações sobre armas da Alemanha e França

Hackers baseados nos Estados Unidos tentaram obter informações sobre as capacidades de defesa da França e da Alemanha, informou o jornal alemão Bild neste domingo (12).


Sputnik

Segundo os documentos obtidos pelo jornal, em 2 de novembro de 2011 norte-americanos não identificados tentaram infrutiferamente hackear a empresa Defesa Aérea e Espacial Europeia (EADS, na sigla em inglês) para descobrir que armas tinham sido encomendadas pela Arábia Saudita, Alemanha e França.




"Os BND [serviços de informação da República Federal Alemã] receberam informações de um serviço de notícias estrangeiro sobre um alegado ciberataque aos dados da EADS", escreve o jornal.

Mais cedo em 2005 os Estados Unidos exigiram informações dos BND sobre a circulação de equipamento militar alemão e francês, de acordo com os dados obtidos. No entanto, segundo o jornal, os serviços de inteligência recusaram, alegando razões econômicas.



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