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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Hackers americanos teriam tentado obter informações sobre armas da Alemanha e França

Hackers baseados nos Estados Unidos tentaram obter informações sobre as capacidades de defesa da França e da Alemanha, informou o jornal alemão Bild neste domingo (12).


Sputnik

Segundo os documentos obtidos pelo jornal, em 2 de novembro de 2011 norte-americanos não identificados tentaram infrutiferamente hackear a empresa Defesa Aérea e Espacial Europeia (EADS, na sigla em inglês) para descobrir que armas tinham sido encomendadas pela Arábia Saudita, Alemanha e França.




"Os BND [serviços de informação da República Federal Alemã] receberam informações de um serviço de notícias estrangeiro sobre um alegado ciberataque aos dados da EADS", escreve o jornal.

Mais cedo em 2005 os Estados Unidos exigiram informações dos BND sobre a circulação de equipamento militar alemão e francês, de acordo com os dados obtidos. No entanto, segundo o jornal, os serviços de inteligência recusaram, alegando razões econômicas.



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