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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

Indústria bélica alemã usa Rússia como motivo para fazer negócio

A indústria da Defesa alemã usa uma suposta ameaça russa para justificar gastos militares, explicou um legislador do país à Sputnik.


Sputnik

Após uma queda nos últimos anos no percentual de seu PIB, a Alemanha revelou planos para aumentar drasticamente seu orçamento do setor de Defesa pelos próximos cinco anos.


German soldiers stand guard during the NATO Secretary-General Jens Stoltenberg's first visit as head of NATO at German NATO base, Camp Marmal, in Mazar-i Sharif, Afghanistan, Friday, Nov. 7, 2014
Soldados alemães no Afeganistão © AP Photo/ Massoud Hossaini

Alexander Neu, integrante do parlamento alemão (Bundestag) pelo partido de esquerda Die Linke e membro do Comitê de Defesa do Bundestag, afirma que a indústria de armas do país "quer fazer mais negócios."

"Eles usam o argumento da Rússia para conseguir dinheiro e comprar armas."

A Alemanha gastou 31,55 bilhões de euros em 2011 e planeja aumentar seus gastos para 34,2 bilhões em 2016 e, mais tarde, para 35 bilhões de euros em 2019.

"É muito alto. Se aumentarmos (o orçamento militar) para 2% do PIB, serão quase 60 bilhões de euros. É completamente maluco."

O objetivo de manter 2% do PIB exigido pela OTAN foi ratificado em setembro do ano passado, na Cúpula da aliança no País de Gales.

A defesa coletiva é um dos principais compromissos da aliança militar, que mudou seu foco para passar a ver a Rússia como beligerante em vez de um parceiro após o conflito ucraniano.

A OTAN e seus aliados do Ocidente alegam que a Rússia está diretamente envolvida na operação militar do governo ucraniano contra as milícias independentistas de Donbass, enquanto Moscou afirma que se trata de um problema interno de Kiev.

A Rússia vê a expansão da OTAN rumo ao leste europeu e os planos para o posicionamento de mísseis nucleares na região como ameaças para a segurança internacional.



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