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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Indústria bélica alemã usa Rússia como motivo para fazer negócio

A indústria da Defesa alemã usa uma suposta ameaça russa para justificar gastos militares, explicou um legislador do país à Sputnik.


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Após uma queda nos últimos anos no percentual de seu PIB, a Alemanha revelou planos para aumentar drasticamente seu orçamento do setor de Defesa pelos próximos cinco anos.


German soldiers stand guard during the NATO Secretary-General Jens Stoltenberg's first visit as head of NATO at German NATO base, Camp Marmal, in Mazar-i Sharif, Afghanistan, Friday, Nov. 7, 2014
Soldados alemães no Afeganistão © AP Photo/ Massoud Hossaini

Alexander Neu, integrante do parlamento alemão (Bundestag) pelo partido de esquerda Die Linke e membro do Comitê de Defesa do Bundestag, afirma que a indústria de armas do país "quer fazer mais negócios."

"Eles usam o argumento da Rússia para conseguir dinheiro e comprar armas."

A Alemanha gastou 31,55 bilhões de euros em 2011 e planeja aumentar seus gastos para 34,2 bilhões em 2016 e, mais tarde, para 35 bilhões de euros em 2019.

"É muito alto. Se aumentarmos (o orçamento militar) para 2% do PIB, serão quase 60 bilhões de euros. É completamente maluco."

O objetivo de manter 2% do PIB exigido pela OTAN foi ratificado em setembro do ano passado, na Cúpula da aliança no País de Gales.

A defesa coletiva é um dos principais compromissos da aliança militar, que mudou seu foco para passar a ver a Rússia como beligerante em vez de um parceiro após o conflito ucraniano.

A OTAN e seus aliados do Ocidente alegam que a Rússia está diretamente envolvida na operação militar do governo ucraniano contra as milícias independentistas de Donbass, enquanto Moscou afirma que se trata de um problema interno de Kiev.

A Rússia vê a expansão da OTAN rumo ao leste europeu e os planos para o posicionamento de mísseis nucleares na região como ameaças para a segurança internacional.



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