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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Indústria bélica alemã usa Rússia como motivo para fazer negócio

A indústria da Defesa alemã usa uma suposta ameaça russa para justificar gastos militares, explicou um legislador do país à Sputnik.


Sputnik

Após uma queda nos últimos anos no percentual de seu PIB, a Alemanha revelou planos para aumentar drasticamente seu orçamento do setor de Defesa pelos próximos cinco anos.


German soldiers stand guard during the NATO Secretary-General Jens Stoltenberg's first visit as head of NATO at German NATO base, Camp Marmal, in Mazar-i Sharif, Afghanistan, Friday, Nov. 7, 2014
Soldados alemães no Afeganistão © AP Photo/ Massoud Hossaini

Alexander Neu, integrante do parlamento alemão (Bundestag) pelo partido de esquerda Die Linke e membro do Comitê de Defesa do Bundestag, afirma que a indústria de armas do país "quer fazer mais negócios."

"Eles usam o argumento da Rússia para conseguir dinheiro e comprar armas."

A Alemanha gastou 31,55 bilhões de euros em 2011 e planeja aumentar seus gastos para 34,2 bilhões em 2016 e, mais tarde, para 35 bilhões de euros em 2019.

"É muito alto. Se aumentarmos (o orçamento militar) para 2% do PIB, serão quase 60 bilhões de euros. É completamente maluco."

O objetivo de manter 2% do PIB exigido pela OTAN foi ratificado em setembro do ano passado, na Cúpula da aliança no País de Gales.

A defesa coletiva é um dos principais compromissos da aliança militar, que mudou seu foco para passar a ver a Rússia como beligerante em vez de um parceiro após o conflito ucraniano.

A OTAN e seus aliados do Ocidente alegam que a Rússia está diretamente envolvida na operação militar do governo ucraniano contra as milícias independentistas de Donbass, enquanto Moscou afirma que se trata de um problema interno de Kiev.

A Rússia vê a expansão da OTAN rumo ao leste europeu e os planos para o posicionamento de mísseis nucleares na região como ameaças para a segurança internacional.



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