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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Irã quer 100 aviões-tanque russos, diz imprensa de Israel

Na última semana, o Irã fez um pedido de aviões-tanque russos para reabastecer suas aeronaves durante voos, ampliando o alcance dos caças iranianos, afirmou o site israelense de inteligência militar DEBKAfile.


Sputnik

Segundo o DEBKAfile, a aquisição de 100 aviões-tanque russos IL78 MKIs, que podem reabastecer simultaneamente de seis a oito aviões, colocaria Israel e o resto do Oriente Médio no alcance de um ataque aéreo iraniano.


Bombardeiro estratégico Tu-95 sendo reabastecido por uma aeronave Il-78
© Sputnik/ Mikhail Klimentye

Embora o Irã continue sob os efeitos de um embargo armamentista até 2020, segundo o recente acordo nuclear com o P5+1, Moscou vem advogando para suspender o embargo sobre a venda de armas para Teerã.

Entretanto, o DEBKAfile sugere que mesmo se o Irã continuar sob o regime de sanções, Moscou e Teerã podem assinar um acordo sem violar o acordo nuclear.

O negócio seria tão vultoso que fabricantes russos não conseguiriam produzir 100 novos aviões-tanque antes de 2020 e, portanto, a transação não constituiria uma violação.

"A enorme transação militar entre Rússia e Irã, portanto, se apresenta como primeiro teste real do acordo de Viena. Vai depender de se o presidente americano, Barack Obama, ou seu secretário de Estado, John Kerry, quiserem questionar o negócio. Se eles deixarem passar, será um precedente para que a cláusula que estipula o embargo armamentista no acordo nuclear comece a se desfazer", escreveo o DEBKAfile.

Nem Rússia nem Irã confirmam a negociação.



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