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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Israel convoca reservistas para grande exercício militar

Iniciativa terá presença de milhares de reservistas e uma simulação da mobilização de outros milhares.


Sputnik

A Força de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) convocou centenas de milhares de reservistas para um dos maiores exercícios militares da história do país, informou um porta-voz da IDF nesta segunda-feira.


Israel Defense Forces
© flickr.com/ Israel Defense Forces

De acordo com a IDF, o principal objetivo do exercício é conferir a capacidade terrestre, aérea e naval do país, assim como testar as unidades de resgate e cyberdefesa em sua capacidade de deixar a rotina de tempos de paz para encarar situações emergenciais.

O exercício envolve vários cenários de possíveis ataques de Líbano, Síria e Faixa de Gaza, além de cyberataques e incidentes com edifícios desabando e causando um grande número de mortes de civis.

Israel está sob ameaça em mais de uma frente, incluindo o Hezbollah, o Hamas e o Estado Islâmico.


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