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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Kiev recusa tradições soviéticas e muda exército à maneira da OTAN

O presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, sublinhou a necessidade de introduzir novas patentes na hierarquia militar, recusando desta forma as tradições soviéticas.


Sputnik

O presidente Poroshenko anunciou estas mudanças durante a reunião de segunda-feira (27) com representantes dos chamados grupos voluntários de assalto do Ministério da Defesa. A agência noticiosa ucraniana Unian informou que Poroshenko vê a necessidade de introdução de novas patentes, referidas por ele como conformes às “tradições ucranianas”:


Pyotr Poroshenko, presidente da Ucrânia
Piotr Poroshenko © Sputnik/ Mikhail Palinchak

“Durante a nossa discussão, gostei muito da iniciativa de nos afastarmos (da estrutura) do exército soviético. Temos que introduzir nossas próprias tradições ucranianas, inclusive novas patentes. Por isso a substituição de ‘subtenente’ por ‘porta-bandeira’ corresponde plenamente às tradições ucranianas e à estrutura de hierarquia militar dos países da OTAN.”

Além disso, ele ressaltou a necessidade de substituir “coronéis” por “generais de brigada”.

"Acho que os comandantes de brigada ucranianos mereciam há muito passar de coronéis a generais de brigada. Peço que apresentem as propostas correspondentes para introduzir emendas na legislação ucraniana."

Enquanto isso, a administração presidencial publicou na sua página no Twitter os novos modelos de uniforme apresentados pelo Ministério da Defesa da Ucrânia ao presidente.

Lembramos que, desde 20 de julho, os EUA estão realizando exercícios militares conjuntos da OTAN e da Ucrânia na região de Lvov. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou que os treinamentos são uma ameaça para a paz no sudeste ucraniano.

Além disso, Poroshenko já tem várias vezes declarado que está interessado na ampliação de programas de treinamentos conjuntos com a aliança, e envia sinais de que pretende aderir à OTAN.

Lembramos que, nos finais de 2014, a Suprema Rada (parlamento) da Ucrânia renunciou ao status de não alinhamento, que proibia a adesão do país a blocos militares, ou seja, Kiev abriu oficialmente caminho para a entrada na OTAN.



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