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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Marinha do Brasil desmente revista americana e nega interesse pelos navios Mistral

A Marinha brasileira refutou as especulações feitas por uma revista americana, de que o Brasil poderia comprar os navios da classe Mistral construídos pelos franceses e não entregues à Rússia. Nota oficial diz não haver qualquer estudo em andamento sobre o assunto.


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O suposto interesse brasileiro pelos porta-helicópteros não entregues à Marinha russa foi divulgado pela publicação “The National Interest” na semana passada. Segundo a revista, a venda ao Brasil seria a melhor solução para o problema criado em relação ao contrato de US$ 1,3 bilhão, já que, impedida pela política de sanções do Ocidente contra a Rússia, a França ficou sem poder entregar ao comprador os navios feitos em seus estaleiros.


Two Mistral-class helicopter carriers Sevastopol (L) and Vladivostok are seen at the STX Les Chantiers de l'Atlantique shipyard site in Saint-Nazaire, western France, May 21, 2015.
© REUTERS/ Stephane Mahe

"Os Mistrais podem aumentar a influência do Brasil na região, (…) e poderiam tornar-se os navios de guerra de maior impacto na marinha da América do Sul desde os primeiros dias do século XX”, especula a “National Interest”. “Os dois navios [da classe Mistral] poderiam até mesmo operar ao longo do Amazonas, que é navegável por navios de grande porte", acrescenta.

As autoridades navais brasileiras, porém, em comunicado oficial exclusivo para a Sputnik Brasil, esclarecem que “no âmbito da Marinha do Brasil não há qualquer estudo em andamento para aquisição de navios de guerra da classe ‘Mistral’”.


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