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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Marinha do Brasil desmente revista americana e nega interesse pelos navios Mistral

A Marinha brasileira refutou as especulações feitas por uma revista americana, de que o Brasil poderia comprar os navios da classe Mistral construídos pelos franceses e não entregues à Rússia. Nota oficial diz não haver qualquer estudo em andamento sobre o assunto.


Sputnik

O suposto interesse brasileiro pelos porta-helicópteros não entregues à Marinha russa foi divulgado pela publicação “The National Interest” na semana passada. Segundo a revista, a venda ao Brasil seria a melhor solução para o problema criado em relação ao contrato de US$ 1,3 bilhão, já que, impedida pela política de sanções do Ocidente contra a Rússia, a França ficou sem poder entregar ao comprador os navios feitos em seus estaleiros.


Two Mistral-class helicopter carriers Sevastopol (L) and Vladivostok are seen at the STX Les Chantiers de l'Atlantique shipyard site in Saint-Nazaire, western France, May 21, 2015.
© REUTERS/ Stephane Mahe

"Os Mistrais podem aumentar a influência do Brasil na região, (…) e poderiam tornar-se os navios de guerra de maior impacto na marinha da América do Sul desde os primeiros dias do século XX”, especula a “National Interest”. “Os dois navios [da classe Mistral] poderiam até mesmo operar ao longo do Amazonas, que é navegável por navios de grande porte", acrescenta.

As autoridades navais brasileiras, porém, em comunicado oficial exclusivo para a Sputnik Brasil, esclarecem que “no âmbito da Marinha do Brasil não há qualquer estudo em andamento para aquisição de navios de guerra da classe ‘Mistral’”.


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