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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Ministro da Defesa francês: é improvável que os navios Mistral acabem em portos dos EUA

Os Estados Unidos não deram nenhuma indicação de que iriam comprar os navios de guerra Mistral que a França havia construído para a Rússia, segundo disse o ministro da Defesa francês Jean-Yves Le Drian, em discurso ao Fundo German Marshall dos EUA.


Sputnik

Em novembro de 2014, a França cancelou um contrato de 1,5 bilhão de dólares com a Rússia para a entrega de dois porta-helicópteros da classe Mistral, em consequência de pressões políticas derivadas da crise ucraniana. 


Navios tipo Mistral
© AFP 2015/ JEAN-SEBASTIEN EVRARD

O Ocidente acusa Moscou de interferir no conflito entre as tropas de Kiev e os independentistas no leste da Ucrânia, e a Rússia nega as acusações, destacando a falta de provas concretas que pudessem embasar as sanções ocidentais impostas contra o país.

"[O secretário de Defesa norte-americano] Ashton Carter não disse que queria comprá-los", disse o ministro francês na segunda-feira (6), referindo-se ao encontro realizado no mesmo dia entre as partes.

Le Drian reconheceu que o governo francês foi incentivado a cancelar o contrato dos navios Mistral durante uma visita a Washington feita em outubro de 2014, mas disse que a decisão neste sentido foi “corajosa” e “estratégica".

Respondendo a uma pergunta sobre a possibilidade de os porta-aviões acabarem em portos dos EUA, Le Drian brincou: "Se nós pudermos concordar com um preço, por que não?"

"Agora ninguém está falando sobre o Mistral, mas ele ainda está nos custando € 1,2 bilhão na situação econômica francesa, que é difícil", ponderou.

Um acordo final sobre a indenização que a França deve pagar à Rússia pela rescisão dos contratos ainda está pendente. Moscou insiste em, aproximadamente, US$ 1,3 bilhão em compensação.



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