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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Ministro da Defesa francês: é improvável que os navios Mistral acabem em portos dos EUA

Os Estados Unidos não deram nenhuma indicação de que iriam comprar os navios de guerra Mistral que a França havia construído para a Rússia, segundo disse o ministro da Defesa francês Jean-Yves Le Drian, em discurso ao Fundo German Marshall dos EUA.


Sputnik

Em novembro de 2014, a França cancelou um contrato de 1,5 bilhão de dólares com a Rússia para a entrega de dois porta-helicópteros da classe Mistral, em consequência de pressões políticas derivadas da crise ucraniana. 


Navios tipo Mistral
© AFP 2015/ JEAN-SEBASTIEN EVRARD

O Ocidente acusa Moscou de interferir no conflito entre as tropas de Kiev e os independentistas no leste da Ucrânia, e a Rússia nega as acusações, destacando a falta de provas concretas que pudessem embasar as sanções ocidentais impostas contra o país.

"[O secretário de Defesa norte-americano] Ashton Carter não disse que queria comprá-los", disse o ministro francês na segunda-feira (6), referindo-se ao encontro realizado no mesmo dia entre as partes.

Le Drian reconheceu que o governo francês foi incentivado a cancelar o contrato dos navios Mistral durante uma visita a Washington feita em outubro de 2014, mas disse que a decisão neste sentido foi “corajosa” e “estratégica".

Respondendo a uma pergunta sobre a possibilidade de os porta-aviões acabarem em portos dos EUA, Le Drian brincou: "Se nós pudermos concordar com um preço, por que não?"

"Agora ninguém está falando sobre o Mistral, mas ele ainda está nos custando € 1,2 bilhão na situação econômica francesa, que é difícil", ponderou.

Um acordo final sobre a indenização que a França deve pagar à Rússia pela rescisão dos contratos ainda está pendente. Moscou insiste em, aproximadamente, US$ 1,3 bilhão em compensação.



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