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Turquia quer ajudar Iraque a combater curdos em Kirkuk

A Turquia informou nesta segunda-feira que estava pronta para ajudar o governo iraquiano a expulsar os combatentes curdos da cidade de Kirkuk, informou AFP.
Sputnik

Ancara teme que a eventual independência do Curdistão iraquiano pode desencadear movimentos semelhantes entre a população curda na Turquia e saudou a operação das forças iraquianas para expulsar as forças do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) de Kirkuk.


"Estamos prontos para qualquer forma de cooperação com o governo iraquiano de modo a acabar com a presença do PKK no território do Iraque", disse o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu.

O Conselho de Segurança Nacional do Iraque afirmou neste domingo que considerará a presença de militares curdos em Kirkuk como um "declaração de guerra".

Na segunda-feira, as forças iraquianas tomaram amplos territórios nos arredores da cidade, bem como uma base militar, um aeroporto e um campo petrolífero.

Em 2014, as tropas peshmerga curdas …

Ministro da Defesa francês: é improvável que os navios Mistral acabem em portos dos EUA

Os Estados Unidos não deram nenhuma indicação de que iriam comprar os navios de guerra Mistral que a França havia construído para a Rússia, segundo disse o ministro da Defesa francês Jean-Yves Le Drian, em discurso ao Fundo German Marshall dos EUA.


Sputnik

Em novembro de 2014, a França cancelou um contrato de 1,5 bilhão de dólares com a Rússia para a entrega de dois porta-helicópteros da classe Mistral, em consequência de pressões políticas derivadas da crise ucraniana. 


Navios tipo Mistral
© AFP 2015/ JEAN-SEBASTIEN EVRARD

O Ocidente acusa Moscou de interferir no conflito entre as tropas de Kiev e os independentistas no leste da Ucrânia, e a Rússia nega as acusações, destacando a falta de provas concretas que pudessem embasar as sanções ocidentais impostas contra o país.

"[O secretário de Defesa norte-americano] Ashton Carter não disse que queria comprá-los", disse o ministro francês na segunda-feira (6), referindo-se ao encontro realizado no mesmo dia entre as partes.

Le Drian reconheceu que o governo francês foi incentivado a cancelar o contrato dos navios Mistral durante uma visita a Washington feita em outubro de 2014, mas disse que a decisão neste sentido foi “corajosa” e “estratégica".

Respondendo a uma pergunta sobre a possibilidade de os porta-aviões acabarem em portos dos EUA, Le Drian brincou: "Se nós pudermos concordar com um preço, por que não?"

"Agora ninguém está falando sobre o Mistral, mas ele ainda está nos custando € 1,2 bilhão na situação econômica francesa, que é difícil", ponderou.

Um acordo final sobre a indenização que a França deve pagar à Rússia pela rescisão dos contratos ainda está pendente. Moscou insiste em, aproximadamente, US$ 1,3 bilhão em compensação.



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