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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Ministro nega que Rússia tenha recebido tecnologia de construção de Mistral

A Rússia não recebeu da França nenhuma tecnologia de construção dos porta-helicópteros da classe Mistral, declarou nesta quinta-feira o ministro de Indústria e Comércio, Denis Manturov.


Sputnik

O ministro fez a afirmação durante uma entrevista coletiva, quando indagado sobre a tecnologia para montar os navios franceses.


Portahelicópteros de la clase Mistral en el astillero de Saint-Nazaire, Francia
© REUTERS/ Stephane Mahe

Antes, o chefe do departamento de cooperação técnica e militar da Companhia Unificada de Construções Navais, Alexey Dikiy, afirmou que a Rússia havia recebido a "tecnologia de montagem de blocos grandes, utilizada para a fabricação dos Mistral."

Segundo indicou Manturov, a Rússia não necessita da tecnologia porque já sabe como montar grandes blocos.

"De que tecnologia estão falando? Se trata-se de cascos de navios, já aprendemos e montar estruturas de blocos e inclusive havíamos fornecido as partes traseira e dianteira", explicou o ministro.

Entretanto, o presidente do movimento em apoio à Armada russa, capitão Mikhail Nenashev, disse à Sputnik que a tecnologia dos Mistral era necessária para a construção de porta-helicópteros próprios.

"A Rússia havia decidido comprar os Mistral porque precisa de tecnologia de construção de navios desse tamanho (…) como porta-helicópteros e porta-aviões", afirmou.

O contrato de fornecimento dos navios da classe Mistral foi assinado entre a companhia francesa DCNS/STX e a russa Rosoboronexport em 2011. A França deveria ter entregue o primeiro navio em novembro do ano passado, mas não cumpriu o compromisso alegando a escalada da crise ucraniana e uma suporta participação russa. A Rússia espera que Paris forneça os navios ou devolva a quantia já paga.


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