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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Ministro nega que Rússia tenha recebido tecnologia de construção de Mistral

A Rússia não recebeu da França nenhuma tecnologia de construção dos porta-helicópteros da classe Mistral, declarou nesta quinta-feira o ministro de Indústria e Comércio, Denis Manturov.


Sputnik

O ministro fez a afirmação durante uma entrevista coletiva, quando indagado sobre a tecnologia para montar os navios franceses.


Portahelicópteros de la clase Mistral en el astillero de Saint-Nazaire, Francia
© REUTERS/ Stephane Mahe

Antes, o chefe do departamento de cooperação técnica e militar da Companhia Unificada de Construções Navais, Alexey Dikiy, afirmou que a Rússia havia recebido a "tecnologia de montagem de blocos grandes, utilizada para a fabricação dos Mistral."

Segundo indicou Manturov, a Rússia não necessita da tecnologia porque já sabe como montar grandes blocos.

"De que tecnologia estão falando? Se trata-se de cascos de navios, já aprendemos e montar estruturas de blocos e inclusive havíamos fornecido as partes traseira e dianteira", explicou o ministro.

Entretanto, o presidente do movimento em apoio à Armada russa, capitão Mikhail Nenashev, disse à Sputnik que a tecnologia dos Mistral era necessária para a construção de porta-helicópteros próprios.

"A Rússia havia decidido comprar os Mistral porque precisa de tecnologia de construção de navios desse tamanho (…) como porta-helicópteros e porta-aviões", afirmou.

O contrato de fornecimento dos navios da classe Mistral foi assinado entre a companhia francesa DCNS/STX e a russa Rosoboronexport em 2011. A França deveria ter entregue o primeiro navio em novembro do ano passado, mas não cumpriu o compromisso alegando a escalada da crise ucraniana e uma suporta participação russa. A Rússia espera que Paris forneça os navios ou devolva a quantia já paga.


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