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Ministro israelense ameaça devolver Líbano à 'Idade da Pedra'

Em entrevista ao portal saudita Elaph, o ministro da Inteligência de Israel, Yisrael Katz, avisou que seu país não hesitará em atacar o Líbano para deter a atividade do grupo xiita libanês Hezbollah, e ameaçou devolver o Líbano à "Idade da Pedra", informou o jornal israelense Haaretz.
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Além disso, Katz anunciou que Israel atacará instalações militares do Irã no Líbano: "Temos informações de que o Irã está construindo fábricas de mísseis avançados no Líbano e quero enfatizar que traçamos uma linha vermelha e que não deixaremos que o faça custe o que custar", acrescentou.


Lembrando-se da Segunda Guerra do Líbano em 2006, onde Israel lutou contra o Hezbollah, Katz destacou que os eventos de 11 anos atrás serão um "piquenique" em comparação com o que Israel pode fazer agora.

"Lembro-me de como um ministro saudita disse que devolveria o Hezbollah às suas cavernas no sul do Líbano. Devolveremos o Líbano à Idade da Pedra", declarou o ministro israel…

NSA intercepta 98% das comunicações na América Latina, diz Assange

A Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) intercepta quase todas as comunicações no continente sul-americano, segundo afirmou o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, nesta terça-feira (7).


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O portal WikiLeaks divulgou na semana passada uma lista classificada pela Agência Nacional de Segurança (NSA) como ultrassecreta, que continha, além do telefone da presidente Dilma Rousseff, os números de 29 integrantes do Governo, incluindo ministros, diplomatas e assessores, todos monitorados pela inteligência norte-americana no início do primeiro mandato da presidenta.


Presidente dos EUA Barack Obama no Centro Nacional de Cibersegurança e Integração em Comunicações, em Arlington
Obama no Centro Nacional de Cibersegurança e Integração em Comunicações © AP Photo/ Evan Vucci

As novas denúncias do WikiLeaks ocorreram logo após o retorno de Dilma da visita oficial aos EUA, viagem que tinha sido cancelada em 2013, depois da exposição das primeiras notícias, reveladas pelo site, de que o Governo brasileiro tinha sido alvo de espionagem do Governo norte-americano.

“Noventa e oito por cento das comunicações latino-americanas são interceptadas pela NSA enquanto passam através dos Estados Unidos para o mundo", disse Assange nesta terça-feira, em entrevista à publicação El Mostrador, do Chile.

Assange também sublinhou o papel dos gigantes da Internet Google e Facebook na colaboração com os programas de coleta de dados da NSA.

"Elas [essas empresas] estão fisicamente nos Estados Unidos e, portanto, sob a sua jurisdição legal, com leis punitivas usadas para forçá-las a entregar as informações que elas estão coletando", disse o ativista.

Em escala global, o cérebro por trás do WikiLeaks lamentou que nenhuma das duas companhias são "financeiramente motivadas a parar de coletar a informação do mundo".



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