Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Turquia quer ajudar Iraque a combater curdos em Kirkuk

A Turquia informou nesta segunda-feira que estava pronta para ajudar o governo iraquiano a expulsar os combatentes curdos da cidade de Kirkuk, informou AFP.
Sputnik

Ancara teme que a eventual independência do Curdistão iraquiano pode desencadear movimentos semelhantes entre a população curda na Turquia e saudou a operação das forças iraquianas para expulsar as forças do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) de Kirkuk.


"Estamos prontos para qualquer forma de cooperação com o governo iraquiano de modo a acabar com a presença do PKK no território do Iraque", disse o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu.

O Conselho de Segurança Nacional do Iraque afirmou neste domingo que considerará a presença de militares curdos em Kirkuk como um "declaração de guerra".

Na segunda-feira, as forças iraquianas tomaram amplos territórios nos arredores da cidade, bem como uma base militar, um aeroporto e um campo petrolífero.

Em 2014, as tropas peshmerga curdas …

OTAN usa crise ucraniana para reforçar sua relevância, diz embaixador

A OTAN instrumentalizou a crise ucraniana para demonstrar a seus integrantes que a Aliança ainda segue sendo relevante, declarou nesta terça-feira o representante russo permanente para a OTAN, Alexander Grushko.


Sputnik

"A crise ucraniana foi utilizada para que a OTAN voltasse a seu objetivo original e para mostrar aos países da Europa Ocidental que a Aliança continua sendo necessária e útil na questão da segurança", disse o diplomata russo em entrevista ao canal Lifenews.


Militares de la OTAN en Ucrania
© AFP 2015/ Yuriy Dyachyshyn

Grushko afirmou que a organização foi criada no contexto da Guerra Fria como oposição à União Soviética "e se sente incomodada sem um adversário."

O diplomata acredita que a atividade militar da OTAN procura confrontos inclusive em regiões tranquilas da Europa, como o Báltico.

"Temos como exemplo o que aconteceu na Europa Central e no Báltico. A OTAN não é capaz de dar segurança a esses países membros. Um exemplo evidente é a região do Báltico, que nunca foi alvo de ameaças militares clássicas", ressaltou Grushko.

Os jogos políticos que têm como objetivo a expansão da OTAN rumo à Geórgia e à Ucrânia, alertou o diplomata, poderiam ter consequências catastróficas para toda Europa.

"Qualquer jogo político em torno da expansão da OTAN na direção de Geórgia e Ucrânia levaria profundas e graves consequências geopolíticas para toda Europa. (…) Em Bruxelas e outras capitais entendem que é um jogo perigoso", disse.

Grushko questionou ainda o benefício que esses novos esforços podem trazer aos países membros. Para o diplomata, só agora o Ocidente vem percebendo que os planos para formar um acordo se segurança que exclua ou se oponha à Rússia são impraticáveis.

"Os países da Europa devem entender que esta tendência não responde a seus interesses nem fomenta relações saudáveis e pragmáticas com a Rússia", afirmou Grushko.


Postar um comentário