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Ministro israelense ameaça devolver Líbano à 'Idade da Pedra'

Em entrevista ao portal saudita Elaph, o ministro da Inteligência de Israel, Yisrael Katz, avisou que seu país não hesitará em atacar o Líbano para deter a atividade do grupo xiita libanês Hezbollah, e ameaçou devolver o Líbano à "Idade da Pedra", informou o jornal israelense Haaretz.
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Além disso, Katz anunciou que Israel atacará instalações militares do Irã no Líbano: "Temos informações de que o Irã está construindo fábricas de mísseis avançados no Líbano e quero enfatizar que traçamos uma linha vermelha e que não deixaremos que o faça custe o que custar", acrescentou.


Lembrando-se da Segunda Guerra do Líbano em 2006, onde Israel lutou contra o Hezbollah, Katz destacou que os eventos de 11 anos atrás serão um "piquenique" em comparação com o que Israel pode fazer agora.

"Lembro-me de como um ministro saudita disse que devolveria o Hezbollah às suas cavernas no sul do Líbano. Devolveremos o Líbano à Idade da Pedra", declarou o ministro israel…

Pentágono pede militares preparados para fazer frente à Rússia

O departamento de Defesa dos Estados Unidos publicou a Estratégia Militar Nacional que prevê, em particular, combater a Rússia e outros países "revisionistas".


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"De acordo com o documento, o exército dos Estados Unidos deve estar preparado para fazer frente a 'estados revisionistas' como a Rússia que desafiam as normas internacionais", diz um comunicado do Pentágono distribuído à imprensa.


Un marine estadounidense
© Foto: US Marine Corps / Krista James

O documento aponta que apesar da parceria com Moscou em assuntos como a luta contra as drogas e o terrorismo, a Rússia "mostrou em seguidas ocasiões que não respeita a soberania de seus vizinhos. Suas ações militares minam a segurança regional tanto diretamente quanto através de forças subsidiárias."

Segundo o documento, a Rússia não é o único país que preocupa os EUA: o Irã patrocina grupos terroristas na região e está ativo na Síria, no Iraque, no Iêmen e no Líbano. No que diz respeito à Coreia do Norte, a Estratégia aponta que o país se mantém à margem das leis internacionais, desenvolveu armas nucleares e está criando mísseis capazes de alcançar os Estados Unidos.

A Estratégia Militar Nacional considera que a China também poderia ser uma ameaça para os EUA, ainda que "pertença a outra classe." O documento classifica o país como grande potência e diz tratar-se de uma nação que precisa "converter-se em parceiro em para o bem da segurança internacional." Ao mesmo tempo, a Estratégia afirma que são preocupantes as ações de Pequim no Mar da China Meridional.

O documento ressalta que o exército dos Estados Unidos "deve assegurar um repertório completo de opções militares para responder a esses países revisionistas" e adverte que, caso contrário, "o risco para nossa nação na ordem internacional será maior."


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