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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Pentágono pede militares preparados para fazer frente à Rússia

O departamento de Defesa dos Estados Unidos publicou a Estratégia Militar Nacional que prevê, em particular, combater a Rússia e outros países "revisionistas".


Sputnik

"De acordo com o documento, o exército dos Estados Unidos deve estar preparado para fazer frente a 'estados revisionistas' como a Rússia que desafiam as normas internacionais", diz um comunicado do Pentágono distribuído à imprensa.


Un marine estadounidense
© Foto: US Marine Corps / Krista James

O documento aponta que apesar da parceria com Moscou em assuntos como a luta contra as drogas e o terrorismo, a Rússia "mostrou em seguidas ocasiões que não respeita a soberania de seus vizinhos. Suas ações militares minam a segurança regional tanto diretamente quanto através de forças subsidiárias."

Segundo o documento, a Rússia não é o único país que preocupa os EUA: o Irã patrocina grupos terroristas na região e está ativo na Síria, no Iraque, no Iêmen e no Líbano. No que diz respeito à Coreia do Norte, a Estratégia aponta que o país se mantém à margem das leis internacionais, desenvolveu armas nucleares e está criando mísseis capazes de alcançar os Estados Unidos.

A Estratégia Militar Nacional considera que a China também poderia ser uma ameaça para os EUA, ainda que "pertença a outra classe." O documento classifica o país como grande potência e diz tratar-se de uma nação que precisa "converter-se em parceiro em para o bem da segurança internacional." Ao mesmo tempo, a Estratégia afirma que são preocupantes as ações de Pequim no Mar da China Meridional.

O documento ressalta que o exército dos Estados Unidos "deve assegurar um repertório completo de opções militares para responder a esses países revisionistas" e adverte que, caso contrário, "o risco para nossa nação na ordem internacional será maior."


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