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Turquia quer ajudar Iraque a combater curdos em Kirkuk

A Turquia informou nesta segunda-feira que estava pronta para ajudar o governo iraquiano a expulsar os combatentes curdos da cidade de Kirkuk, informou AFP.
Sputnik

Ancara teme que a eventual independência do Curdistão iraquiano pode desencadear movimentos semelhantes entre a população curda na Turquia e saudou a operação das forças iraquianas para expulsar as forças do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) de Kirkuk.


"Estamos prontos para qualquer forma de cooperação com o governo iraquiano de modo a acabar com a presença do PKK no território do Iraque", disse o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu.

O Conselho de Segurança Nacional do Iraque afirmou neste domingo que considerará a presença de militares curdos em Kirkuk como um "declaração de guerra".

Na segunda-feira, as forças iraquianas tomaram amplos territórios nos arredores da cidade, bem como uma base militar, um aeroporto e um campo petrolífero.

Em 2014, as tropas peshmerga curdas …

Pentágono pede militares preparados para fazer frente à Rússia

O departamento de Defesa dos Estados Unidos publicou a Estratégia Militar Nacional que prevê, em particular, combater a Rússia e outros países "revisionistas".


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"De acordo com o documento, o exército dos Estados Unidos deve estar preparado para fazer frente a 'estados revisionistas' como a Rússia que desafiam as normas internacionais", diz um comunicado do Pentágono distribuído à imprensa.


Un marine estadounidense
© Foto: US Marine Corps / Krista James

O documento aponta que apesar da parceria com Moscou em assuntos como a luta contra as drogas e o terrorismo, a Rússia "mostrou em seguidas ocasiões que não respeita a soberania de seus vizinhos. Suas ações militares minam a segurança regional tanto diretamente quanto através de forças subsidiárias."

Segundo o documento, a Rússia não é o único país que preocupa os EUA: o Irã patrocina grupos terroristas na região e está ativo na Síria, no Iraque, no Iêmen e no Líbano. No que diz respeito à Coreia do Norte, a Estratégia aponta que o país se mantém à margem das leis internacionais, desenvolveu armas nucleares e está criando mísseis capazes de alcançar os Estados Unidos.

A Estratégia Militar Nacional considera que a China também poderia ser uma ameaça para os EUA, ainda que "pertença a outra classe." O documento classifica o país como grande potência e diz tratar-se de uma nação que precisa "converter-se em parceiro em para o bem da segurança internacional." Ao mesmo tempo, a Estratégia afirma que são preocupantes as ações de Pequim no Mar da China Meridional.

O documento ressalta que o exército dos Estados Unidos "deve assegurar um repertório completo de opções militares para responder a esses países revisionistas" e adverte que, caso contrário, "o risco para nossa nação na ordem internacional será maior."


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