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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

República Popular de Donetsk conclui retirada de armamentos

Nesta quarta-feira (22), as milícias da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD) terminaram o processo de retirada de armamentos da linha de separação de forças em Donbass, no Leste da Ucrânia.


Sputnik

Trata-se de armamentos do calibre menor de 100 mm. Mais cedo, armamentos de maiores calibres já tinham sido retirados.

“A retirada unilateral de blindados a 3 km da linha da frente ‘em zonas tranquilas’ foi concluída”, disse o Ministério da Defesa da RPD em um comunicado.


Retirada do material bélico pesado de Donetsk
© Sputnik/ Mikhail Voskresensky

A retirada acontece depois da resolução, adotada ontem, do Grupo de Contato Trilateral, composto pela Rússia, Ucrânia e a Organização de Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).

No entanto, as armas do tipo mencionado ainda permanecerão nos “pontos quentes”, onde resta a possibilidade de ataque por parte das forças de Kiev.

Tal já aconteceu perto de Donetsk em 6 de junho, quando o povoado de Marinka foi atacado pelo exército ucraniano, cujo comando alegava provocação por parte das milícias.

Kiev

A parte ucraniana também insiste que pretende cumprir os Acordos de Minsk. O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, declarou nesta quarta-feira que tinha encarregado os seus representantes no grupo de contato a assinarem o acordo da criação de uma zona tampão de 30 km ao longo da linha de demarcação e retirar tanques e morteiros.

Contudo, logo depois frisou que considera nula a opção de a causa das milícias de Donbass vencerem. "Donbass é e será uma região ucraniana, falará russo e ucraniano", disse.

Conflito

Desde meados de abril de 2014, Kiev está realizando uma operação militar com a finalidade de esmagar os independentistas no Leste da Ucrânia. O motivo é o não reconhecimento, pelos independentistas, das novas autoridades ucranianas, que tinham chegado ao poder graças ao golpe de Estado, que teve lugar em 22 de fevereiro de 2014.

Um pouco menos de um ano depois, em 12 de fevereiro de 2015, os presidentes da Rússia, Ucrânia, França e Alemanha assinaram em Minsk um acordo de paz que até agora é considerado o principal documento que contém a descrição da saída pacífica da situação.

As exigências presentes no documento incluem reforma política com a entrada em vigor de nova Constituição até finais de 2015, que tenha descentralização como elemento-chave.

Apesar do acordo, confrontos locais continuam e armamentos proibidos continuam sendo usados.



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