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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Rússia dobrará tropas e equipamentos militares em região do Ártico

A Rússia vai dobrar seu poderio militar no arquipélago de Nova Zembla, no Ártico até 2020, afirmou uma fonte no exército russo à RIA Novosti nesta quinta-feira (9).


Sputnik

“Um aumento de agrupamentos árticos de tropas e equipamentos está em curso na faixa central da Rússia (em Nova Zembla) e, de acordo com nossos planos, serão duplicados até 2020”, disse a fonte.


Soldados russos no Ártico
© Sputnik/ Igor Ageyenko

O Ártico é considerado uma das maiores fontes de hidrocarbonetos, minerais e peixe do mundo. Os recursos da região são questão de interesse para os países que fazem fronteira com a área, incluindo Rússia, EUA, Canadá, Noruega e Dinamarca.

Em 2013, Moscou anunciou uma estratégia para aumentar sua presença no Ártico e para impulsionar o desenvolvimento da região até 2020. Desde então, a Rússia tem sido particularmente ativa na exploração de oportunidades na região.

Em dezembro de 2014, o presidente russo, Vladimir Putin, assinou uma revisão da doutrina militar para o país, sob a qual é prevista a construção de uma rede unificada de instalações militares em territórios árticos da Rússia para sediar tropas, navios de guerra e aeronaves, como parte de um esforço para fortalecer a defesa da fronteira na região.

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