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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Rússia dobrará tropas e equipamentos militares em região do Ártico

A Rússia vai dobrar seu poderio militar no arquipélago de Nova Zembla, no Ártico até 2020, afirmou uma fonte no exército russo à RIA Novosti nesta quinta-feira (9).


Sputnik

“Um aumento de agrupamentos árticos de tropas e equipamentos está em curso na faixa central da Rússia (em Nova Zembla) e, de acordo com nossos planos, serão duplicados até 2020”, disse a fonte.


Soldados russos no Ártico
© Sputnik/ Igor Ageyenko

O Ártico é considerado uma das maiores fontes de hidrocarbonetos, minerais e peixe do mundo. Os recursos da região são questão de interesse para os países que fazem fronteira com a área, incluindo Rússia, EUA, Canadá, Noruega e Dinamarca.

Em 2013, Moscou anunciou uma estratégia para aumentar sua presença no Ártico e para impulsionar o desenvolvimento da região até 2020. Desde então, a Rússia tem sido particularmente ativa na exploração de oportunidades na região.

Em dezembro de 2014, o presidente russo, Vladimir Putin, assinou uma revisão da doutrina militar para o país, sob a qual é prevista a construção de uma rede unificada de instalações militares em territórios árticos da Rússia para sediar tropas, navios de guerra e aeronaves, como parte de um esforço para fortalecer a defesa da fronteira na região.

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