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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Rússia e França chegam a acordo sobre quebra de contrato de navios Mistral

Lados completam negociações sobre o fim do contrato para a entrega dos navios Mistral, informou assistente de Vladimir Putin nesta quinta-feira.


Sputnik

Rússia e França chegaram a um acordo sobre os termos do fim do contrato para a entrega de dois navios porta-helicópteros da classe Mistral a Moscou. Paris havia cancelado o contrato unilateralmente.


Mistral class amphibious assault ship
© Sputnik/ Alexey Danichev

"As conversas estão completas, tudo está ajustado — as datas e a quantia que Paris devolverá a Moscou", afirmou Vladimir Kozhin, assistente do Presidente Putin para cooperação técnico-militar, à Sputnik.

"Espero que um acordo para o término do contrato seja assinado muito em breve e esperamos poder anunciar o valor que a França nos pagará", disse Kozhin.

Rússia e França assinaram um contrato no valor de US$ 1,36 bilhão pela compra de dois navios Mistral em 2011. Entretanto, em novembro de 2014, a França suspendeu o contrato, alegando que Moscou estaria participando do conflito na Ucrânia.



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