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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Sobe para cinco o número de mortos em atentado nos EUA

Correio do Brasil, com Reuters - de Chattanooga, Tennessee, EUA

Um suboficial da Marinha dos Estados Unidos morreu após ser ferido em um tiroteio nessa semana em Chattanooga, no Estado do Tennessee, disse a Marinha norte-americana neste sábado, elevando para cinco o número de pessoas assassinadas no atentado.


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O atirador suspeito, o kuwaitiano naturalizado nos EUA Mohammod Youssuf Abdulazeez, também morreu em uma troca de tiros com a polícia após os ataques contra um escritório de recrutamento militar e um centro de treinamento.

O breve comunicado da Marinha não identificou o suboficial morto ou forneceu sua idade e origem.

A avó da vítima, no entanto, o identificou como o suboficial de segunda classe Randall Smith, de Paulding, no Estado de Ohio, que deixou para trás esposa e três filhas pequenas. “Ele era um jovem fabuloso”, disse Derlene Proxmire à agência inglesa de notícias Reuters.

Quatro fuzileiros navais dos EUA também foram mortos no incidente e outras duas pessoas, um fuzileiro naval e um policial, ficaram feridas.

Passadas pouco mais de 24 horas após o tiroteio, a Agência Federal de Investigação norte-americana (FBI, na sigla em inglês) disse que continua a investigar o ataque como um ato de terrorismo, acrescentando ser “prematuro” especular suas motivações.


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