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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

Um mergulho Akula adentro

Gazeta Russa

Em junho, o submarino nuclear Dmítri Donskoi deixou a base principal da Frota do Norte, na cidade de Severodvinsk, para participar de exercícios com as Forças Antissubmarinas da Rússia, no mar Branco. A classe Akula (tubarão, em russo), do Projeto 941, é única no mundo. Os submarinos desse tipo têm 124 metros e altura equivalente a um prédio de nove andares. Não é à toa que todos os seis Akulas existentes figuram no “Guinness Book”, o livro dos recordes.




Dos três Akulas que ainda realizam atividades, o mais avançado é o TK-208 Dmítri Donskoi. Seu sistema de propulsão nuclear possibilitou a realização de testes da versão mais recente do míssil balístico Bulava, desenvolvido especialmente para a nova classe de submarinos estratégicos do Projeto 955 Borei.

O submarino é equipado com duas câmaras de resgate, localizadas perto da vela e na popa, capazes de resgatar toda a tripulação. O casco exterior, de 800 toneladas, é revestido de material isolante emborrachado antissonar, deixando o navio com aspecto de um “gigantesco brinquedinho de borracha”.

Ao subir a escada que dá acesso ao submarino, chega-se à sala principal de comando. Foi ali que ocorreu nosso ritual de iniciação, pelo qual todos os novatos devem passar. Quando submerso, o tripulante de primeira viagem deve beber uma tijela inteira de água do mar e depois beijar uma marreta balançando feito um pêndulo. Após a consagração, o novato recebe um certificado de submarinista e, dependendo do humor da tripulação, também um presente: peixe defumado e um selo comemorativo.

Os submarinos do Projeto 941 também são únicos em termos de acomodação – alojamentos pessoais, refeição de alta qualidade e espaços recreativos, que incluem sauna, piscina, academia e até um jardim de inverno. Devido a isso, o projeto foi apelidado de “Hilton flutuante”.



Apesar de os submarinistas frequentarem a sauna de vez em quando, eles geralmente estão na sala de controle. O serviço no mar é constante e quase não há horas vagas.

Algum tempo atrás, o Akula tinha espaço para abrigar um pequeno viveiro, com papagaios e canários. Mas os pássaros não aguentavam mergulhos prolongados, e atualmente há apenas um jardim de inverno.



Dentro do Dmítri Donskoi há duas copas: a primeira para pessoal mais novo e a segunda para oficiais (foto), que abriga uma exposição permanente dedicada à Batalha de Kulikovo. Ali também fica exposto o cetro usado no ritual de iniciação.



A copa dos tripulantes mais novos é bem mais modesta. Todos os móveis localizados na sala principal e em outras áreas são presos por correntes.

Não fomos autorizados a entrar na sala do comandante. Além de uma sala de reuniões, o espaço inclui os gabinetes do comandante e do Estado-Maior.

Também não foi possível acessar as demais áreas do Akula. Apesar da idade avançada, os detalhes desse gigante são mantidos em segredos, e o acesso é concedido apenas a militares. Pelos planos da Marinha russa, esse modelo de submarino ficará em serviço até 2022, mas poderá passar por uma nova modernização – o que estenderia sua vida útil.


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