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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

Vietnã recebe novos submarinos russos equipados com mísseis Club-S

A Marinha do Vietnã recebeu esta semana o seu quarto submarino russo da classe Varshavianka, armado com mísseis de cruzeiro Club-S capazes de atacar alvos tanto costeiros quanto marítimos.


Sputnik

Os submarinos fabricados na Rússia podem submergir a uma profundidade de até 300 metros e viajar a uma velocidade de até 20 nós (37 quilômetros por hora). Trata-se de embarcações únicas, devido à sua operação extremamente silenciosa, o que torna a sua detecção com sonares extremamente difícil.


Submarino a diesel da classe Varshavyanka nas celebrações do Dia da Marinha russa em Vladivostok
Classe Varshavyanka © Sputnik/ Vitaliy Ankov

"Qualquer potência que faz fronteira com o mar coloca sua segurança em risco se ele não tem uma frota de submarinos", afirmou o especialista militar russo Viktor Litovkin à Sputnik.

Os submarinos da classe Varshavianka são usados para combater embarcações submarinas e navios de superfície, bem como para defender bases navais, comunicações costeiras e submarinas, e para o reconhecimento das comunicações de um oponente.

"Navios de superfície são fáceis de detectar com aviões, drones e do espaço. É praticamente impossível detectar um submarino com meios ópticos de observação", acrescentou Litovkin.


A China tem um submarino de classe análoga, mas os submarinos fornecidos para o Vietnã também têm mísseis Club-S ao lado de torpedos e depositadores de minas. Os Club-S possuem um alcance de 300 quilômetros e inicialmente voam a uma velocidade subsônica, mas a ogiva de 400 kg se separa do míssil quando se aproxima do alvo e acelera a três vezes a velocidade do som.

O míssil se aproxima do alvo a uma altitude de 5 a 10 metros, o que torna quase invisível para radares e praticamente invulnerável a sistemas antimísseis.

A Rússia fornece mísseis da família Club ao Vietnã não apenas para submarinos, mas também para navios de superfície. Os Club-K, por exemplo, podem ser colocados em navios de carga; de fora, parecem contêineres de transporte comuns.


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