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Qual será resposta síria a novos mísseis 'inteligentes' dos EUA?

A cada declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre seus "mísseis inteligentes", os sistemas de defesa antiaérea sírios terão sua própria resposta de mísseis, o que foi demonstrado pelo país em 14 de abril, assegurou à Sputnik o membro do Conselho Público junto ao Ministério da Defesa da Rússia, Igor Korotchenko.
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Mais cedo, Sergei Rudskoy, chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, disse aos jornalistas que os especialistas russos tinham detectado evidências de 22 mísseis terem atingido alvos, de um total de 105 anunciados pelos EUA, na sequência do ataque aéreo dos EUA e seus aliados.


"Os mísseis podem ser 'inteligentes', mas os sistemas da defesa antiaérea podem ser eficientes, por isso, para cada míssil 'astuto' haverá um míssil guiado, o que foi demonstrado pelo ótimo treinamento profissional dos soldados sírios. Nas declarações de Trump há muita publicidade, e para cada tweet de Trump sobre seus '…

Vietnã recebe novos submarinos russos equipados com mísseis Club-S

A Marinha do Vietnã recebeu esta semana o seu quarto submarino russo da classe Varshavianka, armado com mísseis de cruzeiro Club-S capazes de atacar alvos tanto costeiros quanto marítimos.


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Os submarinos fabricados na Rússia podem submergir a uma profundidade de até 300 metros e viajar a uma velocidade de até 20 nós (37 quilômetros por hora). Trata-se de embarcações únicas, devido à sua operação extremamente silenciosa, o que torna a sua detecção com sonares extremamente difícil.


Submarino a diesel da classe Varshavyanka nas celebrações do Dia da Marinha russa em Vladivostok
Classe Varshavyanka © Sputnik/ Vitaliy Ankov

"Qualquer potência que faz fronteira com o mar coloca sua segurança em risco se ele não tem uma frota de submarinos", afirmou o especialista militar russo Viktor Litovkin à Sputnik.

Os submarinos da classe Varshavianka são usados para combater embarcações submarinas e navios de superfície, bem como para defender bases navais, comunicações costeiras e submarinas, e para o reconhecimento das comunicações de um oponente.

"Navios de superfície são fáceis de detectar com aviões, drones e do espaço. É praticamente impossível detectar um submarino com meios ópticos de observação", acrescentou Litovkin.


A China tem um submarino de classe análoga, mas os submarinos fornecidos para o Vietnã também têm mísseis Club-S ao lado de torpedos e depositadores de minas. Os Club-S possuem um alcance de 300 quilômetros e inicialmente voam a uma velocidade subsônica, mas a ogiva de 400 kg se separa do míssil quando se aproxima do alvo e acelera a três vezes a velocidade do som.

O míssil se aproxima do alvo a uma altitude de 5 a 10 metros, o que torna quase invisível para radares e praticamente invulnerável a sistemas antimísseis.

A Rússia fornece mísseis da família Club ao Vietnã não apenas para submarinos, mas também para navios de superfície. Os Club-K, por exemplo, podem ser colocados em navios de carga; de fora, parecem contêineres de transporte comuns.


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