Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Vietnã recebe novos submarinos russos equipados com mísseis Club-S

A Marinha do Vietnã recebeu esta semana o seu quarto submarino russo da classe Varshavianka, armado com mísseis de cruzeiro Club-S capazes de atacar alvos tanto costeiros quanto marítimos.


Sputnik

Os submarinos fabricados na Rússia podem submergir a uma profundidade de até 300 metros e viajar a uma velocidade de até 20 nós (37 quilômetros por hora). Trata-se de embarcações únicas, devido à sua operação extremamente silenciosa, o que torna a sua detecção com sonares extremamente difícil.


Submarino a diesel da classe Varshavyanka nas celebrações do Dia da Marinha russa em Vladivostok
Classe Varshavyanka © Sputnik/ Vitaliy Ankov

"Qualquer potência que faz fronteira com o mar coloca sua segurança em risco se ele não tem uma frota de submarinos", afirmou o especialista militar russo Viktor Litovkin à Sputnik.

Os submarinos da classe Varshavianka são usados para combater embarcações submarinas e navios de superfície, bem como para defender bases navais, comunicações costeiras e submarinas, e para o reconhecimento das comunicações de um oponente.

"Navios de superfície são fáceis de detectar com aviões, drones e do espaço. É praticamente impossível detectar um submarino com meios ópticos de observação", acrescentou Litovkin.


A China tem um submarino de classe análoga, mas os submarinos fornecidos para o Vietnã também têm mísseis Club-S ao lado de torpedos e depositadores de minas. Os Club-S possuem um alcance de 300 quilômetros e inicialmente voam a uma velocidade subsônica, mas a ogiva de 400 kg se separa do míssil quando se aproxima do alvo e acelera a três vezes a velocidade do som.

O míssil se aproxima do alvo a uma altitude de 5 a 10 metros, o que torna quase invisível para radares e praticamente invulnerável a sistemas antimísseis.

A Rússia fornece mísseis da família Club ao Vietnã não apenas para submarinos, mas também para navios de superfície. Os Club-K, por exemplo, podem ser colocados em navios de carga; de fora, parecem contêineres de transporte comuns.


Postar um comentário

Postagens mais visitadas