Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

China mostrará novas armas na parada militar

A Força chinesa de Mísseis Estratégicos, o Segundo Corpo de Artilharia (SAC) irá apresentar sete tipos de mísseis na parada militar em 3 de setembro. Hoje se realizou o ensaio final do desfile militar em homenagem ao 70º aniversário da vitória na Segunda Guerra Mundial.


Sputnik

Organizado em seis formações militares, os armamentos incluem mísseis de longo alcance, de médio e curto alcance, bem como mísseis convencionais e nucleares, disse uma fonte militar à Xinhua.


Parada militar na China
© REUTERS/ Damir Sagolj

"Nosso armamento de mísseis tem avançado muito, em termos de alcance, de métodos de ataque, precisão e mobilidade", disse a fonte.

Foi anteriormente relatado que o desfile militar incluirá 12.000 soldados, 500 equipamentos, e cerca de 200 aeronaves, conforme disse Qu Rui, vice-diretor da equipa responsável pelo desfile e vice-chefe do Departamento de Operações do Estado-Maior.

Alegadamente, 84 por cento dos armamentos a serem exibidos no desfile militar nunca foram vistos pelo público antes.

A fim de marcar o 70º aniversário da vitória na Guerra de Resistência do Povo Chinês contra a a agressão japonesa na Segunda Guerra Mundial, 50 formações irão desfilar através da Praça Tiananmen, incluindo 11 formações de infantaria, duas formações de veteranos em veículos, 27 formações de artilharia e 10 escalões de aviação.

Exibir novos sistemas de armas em desfiles militares é uma prática internacional.

"O desfile se destina a comemorar a História, a valorizar a memória dos nossos soldados que morreram pela revolução, defender a paz e o futuro, sem apontar a arma a outros países", disse Qu.

A Rússia também foi convidada para participar do desfile militar na China. 76 militares do Regimento Preobrazhensky vão fechar a parada.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assistirá à parada militar em Pequim no dia 3 de setembro.



Postar um comentário