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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Cidadão da Suécia é investigado por crimes de guerra cometidos na Ucrânia

A justiça da Suécia abriu uma investigação para apurar a possível participação de um habitante do país em supostos crimes de guerra cometidos na Ucrânia, durante conflitos contra separatistas da região de Donbass, segundo informou a Promotoria Pública de Estocolmo nesta quinta-feira.


Sputnik

"Eu posso confirmar que há uma investigação aberta contra um habitante da Suécia. Ela está relacionada a suspeitas de (participação em) crimes de guerra cometidos na Ucrânia em 2014", declarou a promotora Tora Holst em entrevista à agência de notícias sueca Tidningarnas Telegrambyrå (TT). 


De acordo com a agência TT, diversos cidadãos suecos, incluindo representantes de grupos extremistas da direita, viajaram para a Ucrânia para combater ao lado das tropas de Kiev em Donetsk e Lugansk
© AFP 2015/ GENYA SAVILOV

"Essa investigação pode durar um longo tempo até que a pessoa em questão seja informada sobre as suspeitas. Se a pessoa for interrogada como um suspeito e quiser um advogado, ela terá um, é claro", acrescentou Holst.

De acordo com a agência TT, diversos cidadãos suecos, incluindo representantes de grupos extremistas da direita, viajaram para a Ucrânia para combater ao lado das tropas de Kiev em Donetsk e Lugansk desde o início dos conflitos, em abril do ano passado.



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