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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

'Comandos do Islã' não têm nenhuma chance contra polícia e exército do Afeganistão

O Afeganistão, pátria do movimento extremista islâmico Taliban, sofre com instabilidade após uma guerra civil prolongada, agravada pela presença militar dos EUA. Em julho, já surgiu o movimento Khorasan. Mas agora, a Internet local fala de um grupo autodenominado “comandos do Islã”.


Sputnik

No que toca ao movimento Horasan, o presidente afegão Ashraf Ghani já se exprimiu sobre o assunto em julho. Em uma entrevista à Sputnik, ele contou de um grupo separado de militantes do Estado Islâmico (organização terrorista ativa na Síria e no Iraque, proibida na Rússia e em outros vários países) que se chamava de “khorasanitas”. O termo é uma referência a um grupo armado que no século VIII derrubou vários califados situados no território atualmente ocupado pelo Afeganistão.


Forças de segurança afegãs patrulham território após explosão ao lado do parlamento em Cabul
Força de segurança afegã © AP Photo/ Rahmat Gul

Um hadith reza: “Quando virdes estandartes pretos vindo do lado do Khorasan, ide a eles, mesmo se tiverdes que rastejar pelo chão, porque estará entre eles o Imame Mahdi [o Messias]”. O fato de o hadith citar “estandartes pretos” é relevante, considerando que a bandeira do Estado Islâmico é preta também.

Para vários analistas, o movimento Khorasan é ainda mais perigoso para os EUA e a Europa porque planeja atentados naqueles territórios.

No entanto, pouco se sabe dos “comandos do Islã”. Segundo o alto conselheiro do Ministério do Interior do Afeganistão, coronel-general Abdoul Hadi Khalid, este nome é irônico, já que “eles não têm nenhuma chance de se contrapor nem ao exército, nem à polícia em um combate mais ou menos prolongado”.

“O nosso exército e a nossa polícia são muito mais fortes do que eles. Eles chegam de diversos lugares, “voam” cá em motos e atacam um poste”, comenta o militar, frisando que os ataques não são muito perigosos.

O coronel-general Khalid destacou que o governo afegão está preparando programas regionais para fortalecer o combate ao terrorismo em várias províncias do país – “especialmente nas províncias do Norte e Nordeste, e também no Sul e Sudoeste do país, isto é, todos os países que têm sofrido com ataques dos militantes. O governo pretende usar os programas elaborados para reforçar lá a segurança, normalizar a vida e obter de novo a confiança do povo”.


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