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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

EUA poderão bombardear tropas governamentais na Síria

O presidente dos EUA Barack Obama deu a permissão de usar a aviação militar para defender as tropas treinadas com apoio americano, escreve o jornal estadunidense The Wall Street Journal.


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Aviões americanos poderão ser usados tanto no caso de ataques de grupos terroristas quanto no caso de confrontos entre a oposição síria apoiada pelos EUA e as forças governamentais leais ao presidente da Síria Bashar Assad. 

Kobane após ataques aéreos realizados pela aviação americana
Bombardeio dos EUA a Kobane, na Síria © AP Photo/ Vadim Ghirda

Segundo os dados do The Wall Street Journal, os responsáveis americanos opinam que esta decisão pôs fim aos debates ocorridos nos EUA durante os últimos meses sobre o papel que os soldados americanos devem ter no apoio aos seus aliados no campo de batalha na Síria. Trata-se da assim chamada “oposição moderada síria” que luta contra o Estado Islâmico e contra o regime de Assad.

A permissão de bombardear as tropas governamentais sírias pode aumentar o risco de conflito aberto entre os EUA e Bashar Assad, sublinha a edição.

Porém, os militares americanos tentam acalmar a situação dizendo que a possibilidade de confrontos com forças governamentais não é muito alta neste momento.

“As forças recentemente treinadas visam combater contra o grupo radical Estado Islâmico, mas não contra o regime [de Assad] e, por isso, não ficarão instaladas nas áreas que estão sob controle deste último”, alega o The Wall Street Journal as palavras dos militares.

Entretanto está claro que a decisão mencionada abre um espaço por provocações americanas contra o regime legítimo de Assad.

Curiosamente, os próprios EUA confessam que treinaram um número muito pequeno de oposicionistas sírios “moderados”:

“Até 3 de julho foram preparados 60 combatentes. Esse número é muito menor do que esperávamos. Em parte, isso aconteceu devido ao processo de verificação dos futuros soldados”, disse o secretário da Defesa dos EUA Ashton Carter nas audições no Senado.

Isto significa que as forças da oposição síria treinadas pelos americanos ainda não podem ser consideradas como um fator militar significativo no teatro sírio de operações. Assim, a permissão de bombardear as tropas governamentais sírias deve antes ser vista como uma tentativa de minar as negociações sobre a regularização da crise na Síria que devem acontecer hoje (3) na capital do Qatar, Doha.

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