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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Forças independentistas denunciam 79 violações da trégua em Donetsk

Os militares ucranianos realizaram cerca de 80 bombardeios dentro do território da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD) no dia anterior, informou neste sábado (1) um porta-voz do Ministério da Defesa da RPD.


Sputnik

O porta-voz indicou que ao atacar as posições das forças independentistas, os militares ucranianos utilizaram armamento leve, tanques e lançadores de granadas.


Soldados ucranianos posicionados na vila de Zaytseve na região de Donetsk, 29 de julho de 2015.
Soldados ucranianos na vila de Zaytsev, em Donetsk © AFP 2015/ Anatolii Stepanov

"Os atentados por parte dos soldados ucranianos se intensificaram consideravelmente nas últimos 24 horas, foram detectadas 79 violações da trégua", disse, citado pela agência de notícias de Donetsk.

As autoridades da Ucrânia lançaram uma operação militar em abril de 2014 nas províncias de Donetsk e Lugansk com o objetivo de reprimir as ondas de indignação que se sucederam à violenta mudança do poder no país em fevereiro daquele ano.

Após vários meses de hostilidades, foi acordado em Donbass um cessar-fogo que atualmente está em vigor, e que foi negociado pelos representantes da Rússia, da Ucrânia e da OSCE, e adotado em 12 de fevereiro na cidade de Minsk.

Todavia, ambas as partes envolvidas no conflito relatam constantes violações da trégua.

De acordo com os dados da ONU, as hostilidades já geraram um saldo de mais de 6.800 mortos e quase 17.100 feridos.



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