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Troféus de guerra: tecnologias militares desviadas nos últimos 20 anos

A espionagem na indústria militar é uma das formas mais eficazes de obter a tecnologia que não se possui. Na guerra invisível conduzida pelos serviços secretos todos os meios são usados.
Sputnik

A Sputnik conta sobre as tecnologias das quais, em vários momentos, os governos conseguiram se apropriar. 

Drone desaparecido

Em 4 de dezembro de 2011, o mais novo drone stealth norte-americano RQ-170 Sentinel desapareceu no oeste do Afeganistão. Segundo o Pentágono, alguém "cortou" o canal de comunicação entre o drone e o operador. Cinco dias depois, um veículo aéreo não tripulado com características de design semelhantes foi apresentado na televisão iraniana. Ainda não se sabe exatamente como o controle do drone foi interceptado. Especialistas acreditam que isso não poderia ter acontecido sem um moderno sistema de guerra eletrônica entregue ao Irã pela Rússia ou China. Não há informações oficiais sobre esse assunto.

O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, apelou às autoridades da Repúbl…

Kiev quer manter Ucrânia em guerra deliberadamente

Na véspera da reunião do presidente ucraniano Pyotr Poroshenko com os seus colegas francês e alemã, François Hollande e Angela Merkel, em Berlim, parece que já é tarde demais e a trégua não é nada necessária para a Ucrânia, nota a edição alemã Telepolis.


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Kiev cumpriu e continua cumprindo os acordos de Minsk só formalmente. Na realidade, as autoridades ucranianas tentam manter o país em um estado de guerra, e fazer assim que ela não tem que fornecer o estatuto especial ao Donbass, escreve o jornal alemão Telepolis.


Presidente da Ucrânia Pyotr Poroshenko
Piotr Poroshenko © AP Photo/ Efrem Lukatsky

O ponto mais problemático dos acordos de Minsk para a Ucrânia é a prestação deste estatuto especial às repúblicas não reconhecidas, relata a edição alemã.

Não é um segredo, diz a edição, que o atual governo ucraniano tentou ignorar os acordos de Minsk tentando conter ainda mais por meios políticos, econômicos e militares o que ela chama de "agressão russa". O objetivo perseguido por Kiev é provocar milícias, segundo afirma o jornal.

Telepolis, no entanto, observa que as milícias e Kiev recusam-se de negociações bilaterais.

A Ucrânia está preparando uma blitzkrieg na Donbass. Este ponto de vista é compartilhado por os especialistas militares que estudam a dinâmica dos eventos no sudeste da Ucrânia.

"Houve um deslocamento de tropas e de equipamento militar ucraniano para as linhas de frente em três direções", diz o especialista militar Ivan Konovalov.

"Três grupos com nomes simples. O "Sul", cujo objetivo é cortar a capital de Donbass da fronteira russo-ucraniana. O "Norte" deve dividir RPD [autoproclamada República Popular de Donetsk] e RPL [autoproclamada República Popular de Lugansk] uma da outra e o grupo "Centro" para atacar a cidade de Donetsk".

Na linha de frente, de acordo com as estimativas dos peritos, Kiev juntou cerca de 65 mil soldados, assim como quase dois mil veículos blindados pesados e cerca de mil armas diferentes, incluindo os lançadores de foguetes tipo Grad.

No dia 24 de agosto em Berlim, pela iniciativa de Pyotr Poroshenko, será realizada a reunião entre os líderes da Ucrânia, França e Alemanha.

A Rússia reagiu à falta de um convite para esta reunião. O Ministro das Relações Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, observou que a reunião em Berlim não é o "formato de Normandia". Ele também expressou a esperança de que a reunião trilateral será de carácter educativo e Hollande e Merkel vão empurrar Kiev para cumprir os acordos de Minsk.

O jornal supõe que Poroshenko em Berlim provavelmente vai pedir a França e a Alemanha para "tomar medidas decisivas para combater a suposta agressão russa". Kiev declara que as milícias não cumprem os acordos de Minsk, apesar do fato de que os representantes da OSCE têm acusado disso o lado ucraniano.

Do ponto de vista do jornal alemão, parece que e nem Kiev nem as milícias não mostram mais interesse na trégua. Por tanto, Merkel e Hollande vão fazer tudo para evitar a "vergonha", já que os acordos de Minsk estão firmemente associados com os seus nomes.


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