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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Lituânia se ofende com Finlândia por causa da 'ameaça russa'

A Lituânia não tem "nenhuma obrigação direta para defender a Finlândia da Rússia, mas, se tal situação ocorrer, a OTAN, muito provavelmente, vai encontrar uma maneira de o fazer", disse o ministro da Defesa do país em retaliação à falta de vontade da Finlândia a defender os Estados bálticos contra a "ameaça russa”.


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"Eu acho que nós vamos tentar de alguma forma apoiar a Finlândia, se o país precisar. Mas isto não é a nossa obrigação direta", disse o ministro da Defesa da Lituânia Juozas Olekas na sua entrevista ao rádio Ziniu Radijas.


Exercícios militares
© Sputnik/ Igor Zarembo

Os comentários vêm em retaliação às recentes declarações do presidente finlandês Sauli Niinistö.

Na terça-feira, o chefe de Estado finlandês disse que a Finlândia não está em posição para ajudar a defender os seus vizinhos bálticos e outros membros da UE caso seja necessário.

"De vez em quando ouvimos a ideia de que a Finlândia poderia participar parcialmente da defesa dos países bálticos", disse Niinistö, durante as conversações com representantes da Embaixada finlandesa.

"A Finlândia não está na posição em que poderia oferecer aos outros garantias de segurança que nem sequer temos nós mesmos," afirmou o presidente.

"A nossa fronteira oriental (com a Rússia) é maior do que as de todos os países da OTAN em conjunto. Se uma nação de pouco mais de cinco milhões de pessoas é responsável pela sua defesa em seu próprio país, a responsabilidade já é suficiente", adicionou ele.

Olekas porém respondeu que cada país entende de forma diferente as suas preocupações de segurança e escolha diferentes meios de defesa.

“A Lituânia, entre outros países bálticos, escolheu o caminho da defesa coletiva da OTAN mais de 10 anos atrás”, disse ele.

Ao contrário dos seus vizinhos bálticos, a Finlândia — que compartilha uma fronteira comum de 1.340 quilômetros com a Rússia — não é um membro da OTAN, apesar de que a aliança manteve suas portas abertas para ela.

As “tensões regionais” não fizeram o público finlandês mais aberto à adesão à OTAN. As pesquisas recentes mostram que a maioria está contra esta opção.

Niinisto disse que a Finlândia continuará desenvolvendo a sua própria defesa em cooperação com o seu vizinho do oeste, a Suécia, e através da parceria com a OTAN.


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