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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Moscou agradece à China pela compreensão da posição russa sobre Ucrânia

A Rússia agradeceu à China pela compreensão da posição russa sobre o problema ucraniano e aprecia o fato que Pequim não apoiou as sanções antirrussas, disse nesta quinta-feira (27) o embaixador da Rússia na China Andrei Denisov durante uma coletiva de imprensa.


Sputnik

“A cooperação dos nossos países na arena internacional já tornou-se um poderoso fator estabilizador de garantia de paz e segurança”, sublinhou o embaixador comentando a viagem do presidente da Rússia Vladimir Putin à China em 2-3 de setembro. 


Bandeiras da Rússia e da China
© flickr.com/ Mark Turner

Anteriormente foi divulgado que Putin irá visitar a China em 2-3 de setembro. Em resultado da visita está prevista a assinatura de documentos bilaterais. Pressupõe-se que os líderes dos dois países irão discutir as questões de desenvolvimento dos laços bilaterais, sobretudo do ponto de vista da realização de acordos alcançados no quadro da visita do líder chinês Xi Jinping à Rússia em maio deste ano do encontro no quadro da cúpula dos BRICS e SCO em Ufá em julho deste ano. Os líderes também poderão trocar opiniões sobre os atuais problemas regionais e mundiais.

Vale lembrar que no dia 3 de setembro, a China vai celebrar 70 anos desde a rendição japonesa na Segunda Guerra Mundial. O país realizará um grande desfile militar na praça central de Pequim, Tiananmen. A situação foi comentada pelo vice-ministro do Exterior da China Cheng Guoping:

“A participação do presidente Putin da comemoração do aniversário será já o terceiro encontro entre o presidente da República Popular da China Xi Jinping e presidente da Federação Russa Putin… Esta visita fará uma grande contribuição para a garantia de estabilidade, prosperidade e paz em todo o mundo”.

O encontro entre os líderes dos dois Estados contribuirá para o futuro fortalecimento das relações bilaterais e cooperação em diversas áreas, construção da economia da Rota da Seda, assim como para o desenvolvimento da cooperação euroasiática. Putin e Xi Jinping irão defender os resultados da vitória na Segunda Guerra Mundial e justiça internacional, acrescentou Cheng Guoping.

Abordando a história da vitória na Segunda Guerra Mundial, o vice-chanceler chinês disse o seguinte:

“A China não poderia ganhar na luta contra o militarismo japonês sem ajuda da URSS… Os dois povos lutando lado ao lado ficaram ligados por uma amizade forte e profunda…”.


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