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Venezuela está disposta a 'defender soberania e independência de Nicarágua'

Jorge Arreaza, chanceler da Venezuela, avisou da capital nicaraguense, Manágua, que o presidente Nicolás Maduro está disposto a apoiar a Nicarágua em defesa de sua soberania se for necessário.
Sputnik

"Se [nós] o povo bolivariano, os revolucionários da Venezuela, tivéssemos que vir à Nicarágua para defender a soberania e a independência nicaraguense, e oferecer nosso sangue pela Nicarágua, iríamos como Sandino, até à montanha de Nueva Segovia", expressou Arreaza.

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela fez essas declarações durante a comemoração dos 39 anos do triunfo da Revolução Sandinista em Nicarágua, país para o qual viajou em 19 de julho.

O socialismo, enfatizou Arreaza, é o caminho certo, e assegurou que a Venezuela passou por uma situação semelhante da qual a Nicarágua enfrenta desde abril deste ano.

"Caros compatriotas, dizemos-lhes porque vivemos essa mesma experiência que vocês vivem nos últimos meses, nós as chamamos de guarimbas [termo para protesto popu…

Nikolas Sarkozy: França esbanja dinheiro dos contribuintes

O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy criticou a decisão do atual presidente, François Hollande, de rescindir o contrato para o fornecimento de porta-helicópteros tipo Mistral encomendados pela Rússia.


Sputnik

O líder do partido Les Républicains (Os Republicanos) e possível candidato à presidência disse também, em declarações à publicação Corse-Matin, que entre a Europa e a Rússia não deve ser desencadeada uma nova Guerra Fria. 


Nicolas Sarkozy
Nikolas Sarkozy © AFP 2015/ JACK GUEZ

"A crise nas relações com a Rússia já custou centenas de milhões de euro aos agricultores franceses… Apesar disso, mais de 25 anos após a queda do Muro de Berlim será que nós precisamos de uma nova Guerra Fria? Claro que a resposta é negativa."

Sarkozy comentou o contrato dos navios Mistral, assinado em 2012 entre a empresa francesa DCNS/STX e a russa Rosoboronexport. A França não cumpriu o contrato, alegando a escalada do conflito na Ucrânia e uma suposta participação de Moscou no conflito.

"A França faltou à palavra. A mudança rápida de posição política custará um bilhão de euros ao contribuinte francês e várias centenas de milhões, se contarmos as consequências indiretas. Tenho uma pergunta simples: será que a França deve esbanjar desta maneira o dinheiro dos contribuintes?"



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