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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

Nikolas Sarkozy: França esbanja dinheiro dos contribuintes

O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy criticou a decisão do atual presidente, François Hollande, de rescindir o contrato para o fornecimento de porta-helicópteros tipo Mistral encomendados pela Rússia.


Sputnik

O líder do partido Les Républicains (Os Republicanos) e possível candidato à presidência disse também, em declarações à publicação Corse-Matin, que entre a Europa e a Rússia não deve ser desencadeada uma nova Guerra Fria. 


Nicolas Sarkozy
Nikolas Sarkozy © AFP 2015/ JACK GUEZ

"A crise nas relações com a Rússia já custou centenas de milhões de euro aos agricultores franceses… Apesar disso, mais de 25 anos após a queda do Muro de Berlim será que nós precisamos de uma nova Guerra Fria? Claro que a resposta é negativa."

Sarkozy comentou o contrato dos navios Mistral, assinado em 2012 entre a empresa francesa DCNS/STX e a russa Rosoboronexport. A França não cumpriu o contrato, alegando a escalada do conflito na Ucrânia e uma suposta participação de Moscou no conflito.

"A França faltou à palavra. A mudança rápida de posição política custará um bilhão de euros ao contribuinte francês e várias centenas de milhões, se contarmos as consequências indiretas. Tenho uma pergunta simples: será que a França deve esbanjar desta maneira o dinheiro dos contribuintes?"



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