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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Nikolas Sarkozy: França esbanja dinheiro dos contribuintes

O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy criticou a decisão do atual presidente, François Hollande, de rescindir o contrato para o fornecimento de porta-helicópteros tipo Mistral encomendados pela Rússia.


Sputnik

O líder do partido Les Républicains (Os Republicanos) e possível candidato à presidência disse também, em declarações à publicação Corse-Matin, que entre a Europa e a Rússia não deve ser desencadeada uma nova Guerra Fria. 


Nicolas Sarkozy
Nikolas Sarkozy © AFP 2015/ JACK GUEZ

"A crise nas relações com a Rússia já custou centenas de milhões de euro aos agricultores franceses… Apesar disso, mais de 25 anos após a queda do Muro de Berlim será que nós precisamos de uma nova Guerra Fria? Claro que a resposta é negativa."

Sarkozy comentou o contrato dos navios Mistral, assinado em 2012 entre a empresa francesa DCNS/STX e a russa Rosoboronexport. A França não cumpriu o contrato, alegando a escalada do conflito na Ucrânia e uma suposta participação de Moscou no conflito.

"A França faltou à palavra. A mudança rápida de posição política custará um bilhão de euros ao contribuinte francês e várias centenas de milhões, se contarmos as consequências indiretas. Tenho uma pergunta simples: será que a França deve esbanjar desta maneira o dinheiro dos contribuintes?"



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