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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Nikolas Sarkozy: França esbanja dinheiro dos contribuintes

O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy criticou a decisão do atual presidente, François Hollande, de rescindir o contrato para o fornecimento de porta-helicópteros tipo Mistral encomendados pela Rússia.


Sputnik

O líder do partido Les Républicains (Os Republicanos) e possível candidato à presidência disse também, em declarações à publicação Corse-Matin, que entre a Europa e a Rússia não deve ser desencadeada uma nova Guerra Fria. 


Nicolas Sarkozy
Nikolas Sarkozy © AFP 2015/ JACK GUEZ

"A crise nas relações com a Rússia já custou centenas de milhões de euro aos agricultores franceses… Apesar disso, mais de 25 anos após a queda do Muro de Berlim será que nós precisamos de uma nova Guerra Fria? Claro que a resposta é negativa."

Sarkozy comentou o contrato dos navios Mistral, assinado em 2012 entre a empresa francesa DCNS/STX e a russa Rosoboronexport. A França não cumpriu o contrato, alegando a escalada do conflito na Ucrânia e uma suposta participação de Moscou no conflito.

"A França faltou à palavra. A mudança rápida de posição política custará um bilhão de euros ao contribuinte francês e várias centenas de milhões, se contarmos as consequências indiretas. Tenho uma pergunta simples: será que a França deve esbanjar desta maneira o dinheiro dos contribuintes?"



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