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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Nikolas Sarkozy: França esbanja dinheiro dos contribuintes

O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy criticou a decisão do atual presidente, François Hollande, de rescindir o contrato para o fornecimento de porta-helicópteros tipo Mistral encomendados pela Rússia.


Sputnik

O líder do partido Les Républicains (Os Republicanos) e possível candidato à presidência disse também, em declarações à publicação Corse-Matin, que entre a Europa e a Rússia não deve ser desencadeada uma nova Guerra Fria. 


Nicolas Sarkozy
Nikolas Sarkozy © AFP 2015/ JACK GUEZ

"A crise nas relações com a Rússia já custou centenas de milhões de euro aos agricultores franceses… Apesar disso, mais de 25 anos após a queda do Muro de Berlim será que nós precisamos de uma nova Guerra Fria? Claro que a resposta é negativa."

Sarkozy comentou o contrato dos navios Mistral, assinado em 2012 entre a empresa francesa DCNS/STX e a russa Rosoboronexport. A França não cumpriu o contrato, alegando a escalada do conflito na Ucrânia e uma suposta participação de Moscou no conflito.

"A França faltou à palavra. A mudança rápida de posição política custará um bilhão de euros ao contribuinte francês e várias centenas de milhões, se contarmos as consequências indiretas. Tenho uma pergunta simples: será que a França deve esbanjar desta maneira o dinheiro dos contribuintes?"



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