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China tira mais um 'trunfo' aos EUA criando catapultas eletromagnéticas para porta-aviões

A China desenvolveu sua própria catapulta eletromagnética para os porta-aviões, sendo que anteriormente os EUA eram o único país que usava esse tipo de equipamento. Fazendo isso, o país asiático tem como objetivo melhorar a capacidade de combate dos seus grupos aeronavais.
Sputnik

Engenheiros chineses testaram o protótipo da catapulta eletromagnética de fabricação nacional com aviões de combate J-15, afirmou o contra-almirante chinês Yin Zhuo à edição China Daily. O alto responsável militar especificou que os aviões efetuaram "milhares de decolagens" usando a catapulta.


As catapultas dos porta-aviões são utilizadas para dar um impulso extra à aeronave (o que não é necessário se a aeronave decola do chão), devido à pequena pista de aterrissagem dos porta-aviões. Anteriormente, esse impulso era produzido por vapor.

O dispositivo eletromagnético usa um cabo de aço que liga o avião à catapulta e o faz decolar. De acordo com a mídia, o uso da catapulta foi conseguido devido ao sucess…

Novo plano da ONU para a Síria parece com o plano iraniano e pode trazer paz, diz Irã

Os quatro itens do plano proposto por Staffan De Mistura, enviado especial da ONU para a Síria, correspondem aos itens do plano de pacificação do Oriente Médio proposto anteriormente pelo vice-chanceler iraniano para assuntos da África e dos países árabes, Hossein Amir Abdollahian, disseram fontes de Teerã.


Sputnik

Foi a porta-voz da chancelaria da República Islâmica do Irã, Marzieh Afkham, quem assegurou que o novo plano das Nações Unidas “pode ser avaliado como o mais próximo da compreensão correta das realidades atuais da situação política na Síria e nos territórios atingidos pelo conflito, do ponto de vista dos atores regionais e internacionais”.


Staffan de Mistura durante uma sessão da ONU em 29 de julho de 2015.
Staffan de Mistura © AP Photo/ Bebeto Matthews

De Mistura apresentou o seu projeto na semana passada. Trata-se de um plano de transição política na Síria, que prevê a criação de grupos de trabalho, integrados por representantes do governo e da oposição, com o intuito de realizar o comunicado de Genebra, documento datado de 30 de junho de 2012, que desenha as bases da regulação síria.

Os grupos de trabalho (que deverão começar a funcionar a partir de setembro) já receberam uma avaliação positiva do representante especial do presidente Putin para o Oriente Médio e África e vice-ministro das Relações Exteriores, Mikhail Bogdanov.

Já o Irã saudou o projeto do enviado especial da ONU por compartilhar os mesmos princípios. Mais cedo neste ano, o vice-chanceler Abdollahian apresentara um plano de quatro itens par o processo de paz na Síria. Depois, quando eclodiu o conflito no Iêmen, com a intervenção saudita-ocidental, adaptou o plano para ser compatível com este país.

O plano de Abdollahian inclui os seguintes itens, resume à Sputnik o diplomata iraniano Seyed Hadi Afghahi, que tinha trabalhado na embaixada do Irã no Líbano: “a trégua total e completa na Síria, a criação de um governo de unidade nacional (com a participação de todos os grupos políticos, mas sem os terroristas), a redação de uma Constituição pelo governo de unidade nacional; a realização de eleições presidenciais com a participação de todas as forças políticas e religiosas do país”.

Para Afghahi, o plano de Staffan De Mistura é “análogo” ao plano iraniano, contendo também quatro áreas temáticas: segurança para todos, assuntos políticos e de direito, assuntos militares e de combate ao terrorismo, processo de restauração e desenvolvimento.

O diplomata disse esperar que o plano de Mistura seja aprovado pela maioria dos países, inclusive “os mais obstinados” – “aqueles poucos países árabes que patrocinam os terroristas na região e dizem que a derrubada do regime de Bashar Assad e a guerra são a única saída da situação” – escolham afinal a via do diálogo político.


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