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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Paraguai reclama do Brasil por violação de soberania durante a operação Ágata 2015

Confronto entre militares e contrabandistas paraguaios em rio do país vizinho gerou protesto


Forças Terrestres

O ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Eladio Loizaga, chamou, na sexta-feira (31), o embaixador brasileiro em Assuncão, José Felicio, para expressar descontentamento com o que seria uma “flagrante violação da soberania” do Paraguai pelo Brasil. Militares brasileiros teriam enfrentado contrabandistas paraguaios em um rio na região de Salto del Guairá, na fronteira com o Brasil. As informações são do jornal paraguaio Color Abc.


Operação Ágata

O ministro disse que espera do Brasil uma “resposta satisfatória e pedido de desculpas”. Uma carta foi enviada também ao Itamaraty pela embaixada paraguaia em Brasília, com reclamação sobre a invasão da soberania fluvial. O confronto é resultado da Operação Ágata, lançada pelo governo federal, que visa combater o tráfico ilegal de drogas e produtos.

“Entreguei-lhe ( a Felicio ) uma carta, explicando a história e as informações passadas pelo comandante da Marinha sobre os acontecimentos em Salto del Guaira”, disse o ministro. No texto, Eladio diz lamentar a situação em um momento em que as relações entre os dois países estão tão boas, e pede que o fato não se repita.

O ministro afirmou que o Paraguai trabalha com agências nacionais e internacionais na luta contra o crime organizado, “em todas as suas dimensões”. Perguntado se o Ministério das Relações Exteriores planeja apelar às organizações internacionais no caso, ele disse que é esta é uma questão bilateral.


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