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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

PF: almirante da Eletronuclear ameaçou 'meter bala'

Othon Luiz recebeu agentes com violência, no dia de sua prisão


Diário do Poder

O almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, presidente licenciado da Eletronuclear, reagiu com violência à chegada da Polícia Federal em sua casa, na Rua Ipanema, Barra da Tijuca, Rio, às 6h, de 28 de julho. Segundo relato dos agentes federais encarregados da missão, Othon Luiz, sob suspeita da força-tarefa da Operação Lava Jato de receber propinas de R$ 30 milhões nas obras de Angra 3, estava trancado em seu quarto.


AO SER ALERTADO QUE A PORTA SERIA ARROMBADA SE NÃO A ABRISSE, O ALMIRANTE AMEAÇOU QUE “METERIA BALA” (FOTO: BETO BARATA/ESTADÃO)

Ao ser alertado que a porta seria arrombada se não a abrisse, o almirante ameaçou que “meteria bala”.

“Diante de tal afirmação, a equipe sacou suas armas e se abrigou nos demais cômodos. Pedi a todos que se preparassem, pois diante das palavras do senhor Othon Luiz Pinheiro da Silva, entendi ser necessário o arrombamento da porta. Como não dispúnhamos de ferramentas, desferi dois chutes na porta, na tentativa de arrombá-la. Neste momento, senhor Othon Luiz Pinheiro da Silva veio em direção porta gritou que ia abri-la”, relatou o delegado federal Wallace Fernando Noble Santos Soares, que comandava a equipe da PF.

Ainda segundo o delegado, ao abrir a porta, Othon Luiz, de 76 anos, partiu para cima de um agente, ‘mesmo tempo recebido ordem para sair devagar com as mãos na cabeça’. Neste momento, o delegado Wallace e um agente dominaram o almirante e o algemaram.

“Mesmo imobilizado algemado, senhor Othon Luiz Pinheiro da Silva continuou inquieto gritando que não podíamos agir daquela forma, que ele é um vice-almirante da Marinha que deveria haver no mínimo um vice-almirante da Marinha no local. Expliquei novamente que se tratava de um Mandado de Busca Apreensão expedido pela Justiça do Paraná que Polícia Federal estava no local para cumpri-lo”, afirmou o delegado em relatório para a Coordenação da Lava Jato.

O federal anunciou ao almirante que ‘se tratava de um mandado de Busca e Apreensão expedido pela Justiça Federal do Paraná e que a Polícia Federal estava no local para cumpri-lo’. Segundo o delegado, o alvo da operação ‘foi se acalmando e as algemas foram retiradas para que se pudesse iniciar a busca’.

“Após início conturbado, cumprimento do mandado seguiu sem problemas, tendo senhor Othon Luiz Pinheiro da Silva auxiliado em tudo que lhe foi solicitado, tendo, inclusive fornecido senha de acesso seu computador combinação do cofre do imóvel localizado na Rua Ipanema, Barra da Tijuca/RJ”, relatou o federal. (AE)



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