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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Polônia abrigará armamentos pesados dos EUA em seu território

Pesados equipamentos militares dos EUA serão mantidos no território da Polônia a partir de meados de 2016, informou a agência Reuters citando como fonte o ministro da Defesa Nacional da Polónia Tomasz Siemoniak.


Sputnik

Este será primeiro caso em que o arsenal militar norte-americano será situado no território de um novo país-membro da OTAN na Europa Oriental e na região do Báltico, e que outrora já foi membro da União Soviética ou esteve sob sua influência direta.


Soldados americanos perto de um sistema antimísseis Patriot em Sochaczew, perto de Varsóvia, Polônia
Soldados norte-americanos e um sistema Patriot próximo a Varsóvia © REUTERS/ Franciszek Mazur/Agencja Gazeta

“Após conversações com nossos parceiros norte-americanos foram selecionados dois locais para o armazenamento de armamentos pesados das Forças Armadas dos EUA, sendo um deles no oeste da Polônia, e outro, na região noroeste do país” – disse Siemoniak.

“De acordo com as nossas previsões, o envio prévio dos equipamentos será realizado em meados de 2016” – destacou o ministro.

Siemoniak, no entanto, não chegou a especificar o tipo exato e o volume dos armamentos a serem enviados para a Polônia, especificando tampouco os locais precisos das bases militares onde os mesmos serão mantidos.



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