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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Poroshenko: Rússia pode atacar países bálticos

O presidente da Ucrânia afirmou ser possível que a Rússia ataque os países bálticos, a Finlândia e os países do Mar Morto, alegando que a Ucrânia não está lutando numa guerra civil, mas por "democracia, liberdade e segurança para a Europa."


Sputnik

Em uma entrevista ao jornal austríaco Kurier, o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko disse ser possível que o presidente russo Vladimir Putin ataque a Finlândia e os países bálticos, assim como os países ao redor do Mar Negro.

Ukrainian President Petro Poroshenko gestures as he speaks to lawmakers during a parliament session in Kiev, Ukraine
Piotr Poroshenko © AP Photo/ Efrem Lukatsky

"É possível que ele (Putin) ataque a Finlândia? Sim. Que ele ataque os países bálticos? Sim. Os países do Mar Morto? Sim", disse Poroshenko na entrevista.

Poroshenko fez o comentário após afirmar que "nove mil soldados russos" estão presentes em território ucraniano. No sábado, um dia antes da entrevista de Poroshenko, o ministro de Relações Exteriores da Estônia, Marina Kaljurand, declarou que a Rússia não representa uma ameaça militar a seu país.

Kaljurand deu sua declaração em resposta a um relatório sueco que alega que a Rússia pode atacar os países bálticos.


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