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Turquia quer ajudar Iraque a combater curdos em Kirkuk

A Turquia informou nesta segunda-feira que estava pronta para ajudar o governo iraquiano a expulsar os combatentes curdos da cidade de Kirkuk, informou AFP.
Sputnik

Ancara teme que a eventual independência do Curdistão iraquiano pode desencadear movimentos semelhantes entre a população curda na Turquia e saudou a operação das forças iraquianas para expulsar as forças do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) de Kirkuk.


"Estamos prontos para qualquer forma de cooperação com o governo iraquiano de modo a acabar com a presença do PKK no território do Iraque", disse o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu.

O Conselho de Segurança Nacional do Iraque afirmou neste domingo que considerará a presença de militares curdos em Kirkuk como um "declaração de guerra".

Na segunda-feira, as forças iraquianas tomaram amplos territórios nos arredores da cidade, bem como uma base militar, um aeroporto e um campo petrolífero.

Em 2014, as tropas peshmerga curdas …

Poroshenko: Rússia pode atacar países bálticos

O presidente da Ucrânia afirmou ser possível que a Rússia ataque os países bálticos, a Finlândia e os países do Mar Morto, alegando que a Ucrânia não está lutando numa guerra civil, mas por "democracia, liberdade e segurança para a Europa."


Sputnik

Em uma entrevista ao jornal austríaco Kurier, o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko disse ser possível que o presidente russo Vladimir Putin ataque a Finlândia e os países bálticos, assim como os países ao redor do Mar Negro.

Ukrainian President Petro Poroshenko gestures as he speaks to lawmakers during a parliament session in Kiev, Ukraine
Piotr Poroshenko © AP Photo/ Efrem Lukatsky

"É possível que ele (Putin) ataque a Finlândia? Sim. Que ele ataque os países bálticos? Sim. Os países do Mar Morto? Sim", disse Poroshenko na entrevista.

Poroshenko fez o comentário após afirmar que "nove mil soldados russos" estão presentes em território ucraniano. No sábado, um dia antes da entrevista de Poroshenko, o ministro de Relações Exteriores da Estônia, Marina Kaljurand, declarou que a Rússia não representa uma ameaça militar a seu país.

Kaljurand deu sua declaração em resposta a um relatório sueco que alega que a Rússia pode atacar os países bálticos.


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