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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Premiê russo anuncia inclusão de quatro países à lista de contrassanções

Albânia, Montenegro, Liechtenstein e Islândia haviam aderido à prorrogação de embargo europeu contra a Rússia. Ucrânia poderá sofrer sanções a partir de 2016 se Kiev implantar parte econômica do Acordo de Associação com a União Europeia.


PAULO PALADINO | GAZETA RUSSA

O governo russo acrescentou Albânia, Montenegro, Liechtenstein e Islândia à lista de países a partir dos quais está proibida a importação de certos alimentos, informou o primeiro-ministro russo Dmítri Medvedev nesta quinta-feira (13). A decisão veio após os países aderirem à prorrogação das sanções da UE contra a Rússia.


Medvedev
Medvedev: “Aderir às sanções é uma escolha consciente e indica que estão prontos para arcar com as contrassanções” Foto:Dmítri Astakhov/TASS

“Agora, além dos países da União Europeia, Austrália, Canadá, Noruega e Estados Unidos, dos quais, desde agosto de 2014, está proibido importar alguns produtos agrícolas, se somam Albânia, Montenegro, Islândia e Liechtenstein e, com condições especiais, a Ucrânia”, anunciou Medvedev.

A Islândia é a mais afetada pelo embargo entre as novas inclusões. Durante os primeiros cinco meses deste ano, o país forneceu 15% de todos os peixes importados pela Rússia.

“O argumento deles, para tomar essa decisão de se unir às sanções da UE contra a Rússia, é que eles são obrigados a entrar em uma série de acordos com a União Europeia. Mas essa posição é parcialmente correta”, acrescentou Medvedev.

“Quero salientar que vários países mantêm acordos semelhantes com a UE, mas não assumiram sanções contra a Rússia. Portanto, aderir às sanções é uma escolha consciente, o que significa que eles estão prontos para arcar com as contrassanções de nossa parte.”

Ao contrário das expectativas, a nova lista não inclui a Geórgia. A ex-república soviética recusou-se recentemente a apoiar a prorrogação das sanções ocidentais contra Moscou.

As contrassanções da Rússia, em vigor até 5 de agosto de 2016, já abrangiam Estados Unidos, Canadá, Noruega, Austrália e os 28 Estados-membros da União Europeia. A proibição inclui carnes, peixes, produtos lácteos, frutas e legumes.

Os países ocidentais impuseram sanções contra empresas e indivíduos russos no ano passado em resposta ao papel de Moscou na crise ucraniana e à anexação da península da Crimeia à Rússia.

Ucrânia em “stand by”

Em reunião do governo, Medvedev também disse que Moscou só irá proibir certas importações de alimentos provenientes da Ucrânia a partir de 2016 se o acordo de associação econômica entre Kiev e a União Europeia entrar em vigor.

“Quanto à Ucrânia, a proibição de suprimentos agrícolas só será aplicada se o governo do país implantar a parte econômica do Acordo de Associação com a União Europeia, celebrado por Kiev em junho passado”, disse o primeiro-ministro.

A Rússia concedeu à Ucrânia até 1° de janeiro de 2016 para resolver todas as questões de regulamentação econômica, segundo Medvedev.

“Após esse período, se não conseguirmos chegar a um acordo mediado pela União Europeia – e não vejo nenhum sinal disso – os documentos aprovados anteriormente, que estabelecem um embargo (...) aos alimentos da Ucrânia, entrarão em vigor.”


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