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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

Premiê russo anuncia inclusão de quatro países à lista de contrassanções

Albânia, Montenegro, Liechtenstein e Islândia haviam aderido à prorrogação de embargo europeu contra a Rússia. Ucrânia poderá sofrer sanções a partir de 2016 se Kiev implantar parte econômica do Acordo de Associação com a União Europeia.


PAULO PALADINO | GAZETA RUSSA

O governo russo acrescentou Albânia, Montenegro, Liechtenstein e Islândia à lista de países a partir dos quais está proibida a importação de certos alimentos, informou o primeiro-ministro russo Dmítri Medvedev nesta quinta-feira (13). A decisão veio após os países aderirem à prorrogação das sanções da UE contra a Rússia.


Medvedev
Medvedev: “Aderir às sanções é uma escolha consciente e indica que estão prontos para arcar com as contrassanções” Foto:Dmítri Astakhov/TASS

“Agora, além dos países da União Europeia, Austrália, Canadá, Noruega e Estados Unidos, dos quais, desde agosto de 2014, está proibido importar alguns produtos agrícolas, se somam Albânia, Montenegro, Islândia e Liechtenstein e, com condições especiais, a Ucrânia”, anunciou Medvedev.

A Islândia é a mais afetada pelo embargo entre as novas inclusões. Durante os primeiros cinco meses deste ano, o país forneceu 15% de todos os peixes importados pela Rússia.

“O argumento deles, para tomar essa decisão de se unir às sanções da UE contra a Rússia, é que eles são obrigados a entrar em uma série de acordos com a União Europeia. Mas essa posição é parcialmente correta”, acrescentou Medvedev.

“Quero salientar que vários países mantêm acordos semelhantes com a UE, mas não assumiram sanções contra a Rússia. Portanto, aderir às sanções é uma escolha consciente, o que significa que eles estão prontos para arcar com as contrassanções de nossa parte.”

Ao contrário das expectativas, a nova lista não inclui a Geórgia. A ex-república soviética recusou-se recentemente a apoiar a prorrogação das sanções ocidentais contra Moscou.

As contrassanções da Rússia, em vigor até 5 de agosto de 2016, já abrangiam Estados Unidos, Canadá, Noruega, Austrália e os 28 Estados-membros da União Europeia. A proibição inclui carnes, peixes, produtos lácteos, frutas e legumes.

Os países ocidentais impuseram sanções contra empresas e indivíduos russos no ano passado em resposta ao papel de Moscou na crise ucraniana e à anexação da península da Crimeia à Rússia.

Ucrânia em “stand by”

Em reunião do governo, Medvedev também disse que Moscou só irá proibir certas importações de alimentos provenientes da Ucrânia a partir de 2016 se o acordo de associação econômica entre Kiev e a União Europeia entrar em vigor.

“Quanto à Ucrânia, a proibição de suprimentos agrícolas só será aplicada se o governo do país implantar a parte econômica do Acordo de Associação com a União Europeia, celebrado por Kiev em junho passado”, disse o primeiro-ministro.

A Rússia concedeu à Ucrânia até 1° de janeiro de 2016 para resolver todas as questões de regulamentação econômica, segundo Medvedev.

“Após esse período, se não conseguirmos chegar a um acordo mediado pela União Europeia – e não vejo nenhum sinal disso – os documentos aprovados anteriormente, que estabelecem um embargo (...) aos alimentos da Ucrânia, entrarão em vigor.”


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