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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

Putin: Forças exteriores preparam sabotagem na Crimeia

O presidente russo, Vladimir Putin, declarou que ainda existe a ameaça de a situação na Crimeia poder ser desestabilizada por parte de forças do exterior e que esta ameaça deve ser considerada.


Sputnik

Durante o discurso na reunião sobre segurança de Crimeia, Putin declarou que estão sendo treinados agentes diversionistas para a realização de sabotagens.


O presidente da Rússia, Vladimir Putin
© Sputnik/ Aleksey Nikolskyi

“É óbvio que se mantém a ameaça, por parte de forças exteriores, de desestabilizar de uma ou de outra forma a situação na península – pode ser jogar a cartada nacionalista ou, aproveitando certos erros e falhas, ações ineficazes do governo, dirigir a preocupação justa dos cidadãos para a via destrutiva.”

Segundo o presidente russo, em algumas capitais são ouvidos “apelos à necessidade de realizar ações de sabotagem, são criadas estruturas para esse efeito, são recrutados agentes para realização de ações de sabotagem e propaganda radical”.

Putin sublinhou que o objetivo de tal atividade é claro: "Desestabilizar a situação, impedir a vida normal das pessoas e o desenvolvimento socioeconômico da região."

O presidente também disse que a ameaça deve ser considerada por ambos os governos – o federal e o local, que devem reagir adequadamente. Enquanto isso, o presidente pediu para não exagerar a situação e não aumentar as tensões, mas só para as pessoas estarem preparadas a reagir rapidamente.

A Crimeia e a cidade de Sevastopol adotaram declarações de independência em 11 de março de 2014. Cinco dias depois, realizaram um referendo no qual 96,77% dos habitantes da Crimeia e 95,6% dos eleitores de Sevastopol escolheram se separar da Ucrânia e se juntar à Rússia. O presidente russo, Vladimir Putin, assinou os acordos de reunificação em 18 de março do mesmo ano.

O ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou em diversas ocasiões que os habitantes da Crimeia escolheram o seu destino através de um pleito democrático realizado em conformidade com todas as normas do direito internacional e a Carta das Nações Unidas.

Enquanto isso, o governo da Ucrânia, que chegou ao poder no resultado dos acontecimentos, que a Rússia considera de golpe de Estado, nega reconhecer a península de Crimeia como parte da Rússia.


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