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Marinha e Aeronáutica do Brasil auxiliam buscas a submarino argentino desaparecido, diz ministro

Segundo Raul Jungmann, três navios e um avião brasileiros já foram disponibilizados. Última vez que o submarino militar com 44 pessoas a bordo manteve contato com a base foi na quarta-feira (15).
Por G1, Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, publicou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que três navios da Marinha brasileira "já estão auxiliando" nas buscas a um submarino argentino que desapareceu com 44 tripulantes a bordo.

Ainda segundo o ministro, a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou um avião para também ajudar na procura pelo submarino e um segundo avião "será deslocado para apoiar as buscas do submarino argentino desaparecido" a partir deste domingo (19).

O submarino militar ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 quilômetros da costa patagônica do país.

De acordo com a FAB, o primeiro avião disponibilizado pelo Brasil decolou, com 18 tripulantes, às 17…

Rússia planeja substituir todas peças importadas de equipamentos militares até 2022

Até 2022, a Rússia terá substituído todas peças estrangeiras de equipamentos produzidos domesticamente para o setor de Defesa. A afirmação, dada nesta terça-feira, é do vice-primeiro-ministro, Dmitry Rogozin.


Sputnik

"Quanto aos componentes produzidos em países da União Europeia e da OTAN, eles serão completamente substituídos até 2022, 90% serão trocados já em 2018" disse Rogozin aos jornalistas durante uma viagem de trabalho a Krasnodar.


Russian Deputy Prime Minister Dmitry Rogozin
Dimitri Rogozin © Sputnik/ Sergei Mamontov

"Todas peças ucranianas serão substituídas, no mais tardar, até 2018", enfatizou Rogozin, que supervisiona a indústria espacial e de defesa.

Segundo o vice-primeiro-ministro, a lista de peças a serem trocadas inclui 186 produtos da Ucrânia e cerca de 800 componentes vindo de países da UE e da OTAN.

As relações de Moscou com Kiev e o Ocidente deterioraram-se bastante durante a crise ucraniana, iniciada em 2014. Desde então, a OTAN vem aumentando sua presença militar no leste europeu.

Em maio, a Ucrânia adotou uma nova estratégia de segurança nacional. De acordo com o secretário do Conselho de Segurança Russo, Nikolai Patrushev, o documento classifica a Rússia como a ameaça mais proeminente à segurança do país.

A tensão nas relações com o Ocidente resultou na adoção de um programa de substituição de importados por parte da Rússia — particularmente, nos setores espacial e de defesa.



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