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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Sanções anti-Rússia aprofundam divisões entre EUA e UE

Vários países europeus estão insatisfeitos com as sanções anti-Rússia. As medidas restritivas não trazem os resultados desejados e apenas vêm aprofundando o fosso que se abre entre Washington e Bruxelas.


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As sanções não têm gerado um forte impacto sobre a Rússia como era esperado, disse o colunista político Gregory Copley em entrevista à mídia russa.


Moscou
Moscou © Sputnik/ Vladimir Pesnya

"As sanções não estão ajudando ninguém, muito pelo contrário. Elas estão reforçando a crescente fissura entre os EUA e a UE ", disse Copley.

Segundo o jornalista, a Ucrânia poderia oferecer uma grande oportunidade para o reforço ou um realinhamento da OTAN. No entanto, na realidade a situação apresenta-se de modo completamente diferente e, na verdade, oposto. O fato de muitos países europeus estarem insatisfeitos com as sanções contra a Rússia produz constantemente um impacto negativo, minando a unidade da aliança.

A introdução de novas medidas restritivas está projetada para dar maior efetividade às sanções já impostas anteriormente contra empresas e cidadãos russos.

De acordo com Copley, o calendário para a nova "injeção de sanções" não é acidental. No atual momento, após as negociações internacionais acerca do programa nuclear iraniano terem chegado a termo através de um acordo, Washington pretenderia despistar o Irã e seus aliados.

"O Departamento de Estado conseguiu o que queria e o presidente Obama conseguiu o que ele queria obtendo um acordo com o Irã, o que é ótimo para ele internamente. Porém, agora ele está se voltando novamente para apoiar seus antigos aliados — Turquia, Arábia Saudita e outros — para, literalmente, tentar contornar quaisquer ganhos da Rússia nesta área ", disse Copley.



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