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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

Sanções anti-Rússia aprofundam divisões entre EUA e UE

Vários países europeus estão insatisfeitos com as sanções anti-Rússia. As medidas restritivas não trazem os resultados desejados e apenas vêm aprofundando o fosso que se abre entre Washington e Bruxelas.


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As sanções não têm gerado um forte impacto sobre a Rússia como era esperado, disse o colunista político Gregory Copley em entrevista à mídia russa.


Moscou
Moscou © Sputnik/ Vladimir Pesnya

"As sanções não estão ajudando ninguém, muito pelo contrário. Elas estão reforçando a crescente fissura entre os EUA e a UE ", disse Copley.

Segundo o jornalista, a Ucrânia poderia oferecer uma grande oportunidade para o reforço ou um realinhamento da OTAN. No entanto, na realidade a situação apresenta-se de modo completamente diferente e, na verdade, oposto. O fato de muitos países europeus estarem insatisfeitos com as sanções contra a Rússia produz constantemente um impacto negativo, minando a unidade da aliança.

A introdução de novas medidas restritivas está projetada para dar maior efetividade às sanções já impostas anteriormente contra empresas e cidadãos russos.

De acordo com Copley, o calendário para a nova "injeção de sanções" não é acidental. No atual momento, após as negociações internacionais acerca do programa nuclear iraniano terem chegado a termo através de um acordo, Washington pretenderia despistar o Irã e seus aliados.

"O Departamento de Estado conseguiu o que queria e o presidente Obama conseguiu o que ele queria obtendo um acordo com o Irã, o que é ótimo para ele internamente. Porém, agora ele está se voltando novamente para apoiar seus antigos aliados — Turquia, Arábia Saudita e outros — para, literalmente, tentar contornar quaisquer ganhos da Rússia nesta área ", disse Copley.



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