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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Acordo entre OTAN e Afeganistão pode ser revisto

Deputados da câmara alta do parlamento afegão se pronunciaram em prol da revisão do acordo de segurança ente Cabul e Washington firmado no ano passado.


Sputnik

Vale lembrar que na véspera, mais de 10 funcionários da polícia de drogas morreram na consequência do ataque aéreo da OTAN na província Helmand. Tomando em conta a deterioração geral da situação no país, os deputados expressaram as suas dúvidas quanto ao acordo dizendo que não é razoável e benéfico para o Afeganistão.


Soldado das tropas norte-americanas na província de Candaar, Afeganistão
© Foto: US Army / Staff Sgt. Shane Hamann

Um dos deputados do partido Solidariedade do Afeganistão Haji Mohammad Ayudu comentou o assunto para a Sputnik e disse que o acordo com os EUA não correspondeu às suas esperanças de melhorar a situação.

“O Afeganistão não está protegido nem dos terroristas, nem das próprias unidades da OTAN, o que se revelou no acidente em Helmand. Além disso, o nosso exército precisa de material bélico; não vale a pena mencionar a economia fraca”, opina Haji Mohammad Ayudu.

O deputado comparou o Afeganistão com um trampolim usado por terroristas na transferência para a Ásia Central e depois para a Rússia.

No entanto, o deputado precisou que não era preciso se despachar:

“Ambas as câmaras do parlamento devem se reunir, avaliar a situação atual e tomar uma decisão razoável que favorece a segurança do país”.

Em 30 de setembro de 2014 Cabul e Washington assinaram o acordo de segurança, segundo o qual no país estavam presentes 8-13 mil especialistas militares que deviam lutar contra a organização terrorista Talibã e treinar as forças de segurança locais.


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